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Só entre nós

Só entre nós é um blog para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, aquilo de que gostamos ou não, sobre bons e maus momentos, restaurantes fantásticos, viagens fabulosas ou nem tanto... No fundo, sobre tudo.

Só entre nós

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Dicas sobre o Japão e Coreia do Sul

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Daqui a uns meses vamos ao Japão (Tóquio e Quioto) e à Coreia do Sul (Seul).

 

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Alguma dica ou conselho? Sobre restaurantes, monumentos, atrações, o que fazer e ver, o que não se pode perder, o que não vale a pena ver?

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Todas as informações são preciosas, por isso, muito obrigado!

Casa "J", em Israel | J Home, in Israel

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O teu carro começa a arder e os vizinhos... fogem

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Os vizinhos são uma m3rd@!

 

Durante a noite, um carro começou a arder no meio da rua e o carro dos meus sogros, que infelizmente estava estacionado mesmo ao lado, foi também consumido pelas chamas. 

 

Quando a GNR tocou à campainha da casa deles para os alertar do sucedido, a situação não só já era irremediável como, estranhamente, não havia carros à volta. Parecia daquelas noites de festa, ou noites em meses de férias, onde há mais lugares livres do que ocupados.

 

Mas não era nenhum desses casos. Os vizinhos dos meus sogros aperceberam-se do que estava a acontecer, foram retirar os seus carros da rua para não serem apanhados pelas chamas, e nunca foram tocar à campainha deles para os avisar. Sim, nunca...

 

Pergunta/resposta:

  • Mas será que eles não sabiam a quem pertencia o carro?
  • Sabiam perfeitamente. O carro tinha quase dois anos, por isso não era novo, naquela zona (como normalmente em todo o lado) toda a gente sabe tudo sobre todos, todos se conhecem e a GNR foi tocar à campainha porque alguém disse que era ali que moravam os donos de um dos carros.

 

  • Se calhar eles quiseram salvar primeiro os seus carros, o que até é legítimo, e depois apareceu a GNR e decidiram deixar que eles fossem avisar. É capaz de ter sido isso, não?
  • É claro que se eu visse carros a arder na rua, também ia tirar o meu carro de lá o quanto antes. Mas se visse que dava para esperar dois segundos e a casa do vizinho fosse mesmo em frente, como era o caso, pelo menos ia lá tocar à campainha que nem um louco e depois ia tratar do meu carro. E convenhamos, quase ninguém mora sozinho... Enquanto um ia tirar o carro, o outro podia perfeitamente ir avisar.

 

  • Mas se calhar quando os vizinhos viram o incêndio já não havia nada a fazer com o carro dos teus sogros. 
  • Aparentemente não foi nada disso. O primeiro carro começou a arder, os vizinhos aperceberam-se do que estava a acontecer, foram tirar os carros e no entretanto o fogo alastrou-se aos dois que estavam ao lado. A diferença é que o que estava de um dos lados ainda tem salvação porque o dono conseguiu tirá-lo a tempo. Já o dos meus sogros...

 

Perante isto tudo, só consigo concluir duas coisas:

  • Cada vez mais se comprova como a nossa sociedade está podre, com os valores todos trocados, onde a cabeça já não consegue deixar de olhar para o seu umbigo;
  • E aquela história de que é muito bom não viver isolado porque assim podemos contar com a ajuda dos nossos vizinhos se for preciso em alguma emergência, é mesmo uma treta.

Ficaram-me aqui os olhos #42

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Ficaram-me aqui os olhos #42

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As mentiras do Correio da Manhã

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Até me custa escrever Correio da Manhã... Parece que as teclas do meu teclado fogem dos meus dedos para evitar que escreva este nome, e o computador insiste em dar erro quando escrevo "jornal" seguido de "Correio da Manhã". Mas, mesmo assim, não podia deixar de contar aqui o que se passou comigo ontem.

 

Estava numa papelaria, à espera que o empregado, indiano, tratasse de uma coisa que lhe tinha pedido, e entra uma senhora:

"Bom dia, o Correio da Manhã?"

"Já não temos.", respondeu o empregado, com alguma dificuldade a falar português.

Passados uns segundos, novo cliente:

"Onde é que está o Correio da Manhã?"

"Já acabou..."

Mais uns segundos, novo cliente:

"Ainda tem o Correio da Manhã?

"Não, já vendi tudo."

"Ah, então e agora? Estou farta de procurar e já não há o Correio da Manhã em lado nenhum..."

 

Quando voltámos a ficar sozinhos, virei-me para o empregado e perguntei admirado:

"Tanta procura pelo Correio da Manhã! Mas o que é que vinha hoje na capa para ser assim tão procurado?"

Responde o empregado em português com bastante dificuldade:

"Não sei qual era a mentira que trazia hoje, mas devia ser uma mentira muito boa!"

 

Não resisti e desatei-me a rir... Resposta certeira dita por um estrangeiro que está há poucas semanas em Portugal (vim a saber depois). Até quem acabou de chegar a Portugal já conhece a fama do Correio da Manhã! Parabéns, têm feito um ótimo trabalho!

 

A capa do Correio da Manhã de ontem é a que ilustra este post.

Confirma-se, as cartas não sabem nada!!!

Está provado, não restam dúvidas. Senhoras tarólogas, cartomantes, bruxas, videntes, e outras que tais, as cartas não sabem nada! E porquê? Porque o meu querido Sapo não fez destaque do post "Os bruxos/videntes/tarólogos que nada sabem".

 

Para quem não se lembra:

 

Ah, e meu querido Sapinho, as cartas disseram que este post seria destaque... Não deixes ficar mal as cartas, por favor!

 

Como não houve destaque para ninguém... 

Antigo estábulo abandonado em Ibiza | Old abandoned barn in Ibiza

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Gorden Kaye e as saudades de Allo Allo

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Houve séries que marcaram a minha vida e Allo Allo foi uma delas. Lembro-me de ser pequeno, de ver os episódios de Allo Allo e cantarolar o genérico vezes sem conta, ao mesmo tempo que me ria com as histórias hilariantes que se passavam no pequeno café de René e Edith Artois. Podia não perceber parte das piadas, mas era algo que eu adorava. As expressões, os sotaques, as situações caricatas...

 

Mais tarde revi episódios, vi episódios que nunca tinha visto, cantarolei o genérico vezes sem conta,  ri-me com tanto humor inteligente e criativo, emocionei-me no último episódio, lamentei a despedida de atores e personagens e, ainda hoje em dia, dou por mim a rever alguns momentos no Youtube, rindo como ria há tantos anos atrás.

 

Ontem faleceu mais um ator de Allo Allo. O fantástico Gorden Kaye. Mas René Artois não morreu. Continuará para sempre na minha vida, sempre disponível no telemóvel, tablet ou televisão. Ele, a Edith, Yvette, Gruber, von Strohm, Herr Flick, entre tantos outros.

 

Para recordar para sempre, aqui ficam alguns dos meus momentos preferidos de Allo Allo.

 

 

 

 

 

Quinta no Texas mais roulote | Texas farmhouse plus caravan

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