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Só entre nós

Só entre nós

A curta metragem que tem ganho tudo

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Chama-se "O presente", conta a história de um rapaz viciado em jogos de vídeo e um cão de três patas, e já venceu mais de 50 prémios em cerca de 180 festivais de cinema por onde passou, incluindo em Portugal. 

 

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A curta metragem tem 4 minutos e merece muito ser vista:

 

As pilhas NÃO são para o pilhão

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Decidido a depositar num pilhão todas as pilhas acumuladas nos últimos tempos, fui pelas ruas de Lisboa, com um saco cheio de pilhas na mão, em busca de um ecoponto com pilhão.

 

Assim que encontrei um, apercebi-me com tristeza que teria de colocar praticamente pilha a pilha por causa do tamanho dos orifícios existentes, e que por isso não sairia dali tão cedo. 

 

Descontente, mas certo de que estava a fazer o mais correto e o melhor pelo nosso ambiente, comecei a inserir uma pilha de cada vez. No entanto, o barulho feito pela queda das pilhas fez-me olhar para baixo. No chão, repousavam alegremente todas as pilhas que tinha posto. 

 

Aparentemente, o fundo do ecoponto estava furado/partido, pelo que apanhei as pilhas e segui caminho até encontrar novo ecoponto. Inacreditavelmente, o mesmo voltou a acontecer no segundo pilhão e as pilhas foram diretas para o chão.

 

Já sem saber se deveria rir ou chorar, continuei teimosamente até descobrir novo pilhão. Algumas centenas de metros depois, e convencido que à terceira seria de vez, comecei a colocar as pilhas. E, finalmente, estas não foram diretamente para o chão.

 

Durante apenas alguns segundos, pois após cerca de 15 pilhas ouvi um estrondo e lá foi o fundo do pilhão, espalhando-se todas as pilhas pelo chão.

 

Depois tudo isto, concluí que afinal os pilhões não servem para pôr pilhas e o saco de pilhas acabou dentro de um caixote do lixo normal.

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No último verão tivemos a brilhante ideia de passear pelo norte do país, primeiro o Porto (que adoramos) e depois Amarante (com o propósito de conhecer a Casa da Calçada e o seu Largo do Paço). Ao pesquisarmos os hotéis nesta região, destacaram-se dois: o óbvio Casa da Calçada, lindíssimo e mesmo no centro de Amarante, e o Monverde, um hotel novo, no meio de uma quinta vinícola enorme e com um conceito totalmente diferente do habitual. Depois de ver as fotografias deste hotel no site tornou-se impossível não ser este o eleito. E garanto que não nos arrependemos nada.

 

 

É um hotel de luxo, junto a Telões, a uns 15 minutos de carro de Amarante. Neste hotel, a receção, restaurante e spa ficam no edifício principal, uma lindíssima moradia que mistura uma arquitetura tradicional e moderna, pintada de verde, com uma escadaria na frente cheia de vasos com bonitas plantas floridas... Um sonho!

 

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Os quartos distribuem-se pelas vinhas em pequenos blocos de pedra, misturando uma vez mais o tradicional e o moderno. O nosso quarto era muito espaçoso com uma enorme casa de banho, cheio de luz, com duas cadeiras de verga à porta, onde podíamos ler um livro ou amamentar o bebé de forma tranquila, ao por do sol... Fantástico!

 

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No hotel há ainda duas piscinas magníficas, uma interior e uma exterior, sendo que esta última fica enquadrada numa paisagem absolutamente paradisíaca, com as vinhas e as montanhas como pano de fundo.

 

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O restaurante é excelente. Tomámos pequenos almoços muito completos e com uma enorme atenção e cuidado com o bebé e seus biberões. E ainda jantámos duas noites, sempre com uma escolha muito interessante e saborosa.

 

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A paisagem, a arquitetura, o cuidado posto em todo o serviço, as refeições, a tranquilidade e o ambiente fazem deste um hotel maravilhoso para umas férias nesta região. Imagino que será ainda melhor para os apreciadores de vinho verde...

 

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Concluindo, adorámos e temos a certeza que vamos voltar!

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