Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Só entre nós

Só entre nós é um blog para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, aquilo de que gostamos ou não, sobre bons e maus momentos, restaurantes fantásticos, viagens fabulosas ou nem tanto... No fundo, sobre tudo.

Só entre nós

Só entre nós é um blog para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, aquilo de que gostamos ou não, sobre bons e maus momentos, restaurantes fantásticos, viagens fabulosas ou nem tanto... No fundo, sobre tudo.

Vila Joya (2 estrelas Michelin) - Valeu a pena regressar ao Paraíso?

IMG_4328.JPG

 

Depois de termos visitado o Vila Joya em 2014 (na altura considerado como o 22º melhor restaurante do mundo pela “The World’s 50 Best Restaurants”) - post aqui - e de termos gostado tanto da experiência, estava na hora de regressar ao paraíso. Ou melhor - a casa.

 

 

Eatfish, novo restaurante em Lisboa a não perder

EATFISH - Exterior.JPG

 

Eat fish, feels great!

Este é o mote do mais recente restaurante de peixe fresco de Lisboa, localizado numa zona que tem sofrido um enorme upgrade nos últimos tempos - Cais do Sodré (na Travessa de S. Paulo, n.º 11, mesmo ao pé do Mercado da Ribeira).

 

O conceito é simples. Aposta na qualidade da matéria e sua frescura, sem descurar a criatividade. Tudo isto num ambiente muito interessante de cozinha contemporânea, sem esquecer a parte saudável - cada vez mais pensamos no nosso bem estar (ainda bem) e o peixe é, indiscutivelmente, um produto com inúmeros benefícios para a saúde - e os preços acessíveis.

 

EATFISH - Interior.JPG

 

Na ementa do Eatfish (da autoria do Chef Carlos Soares, que já passou pelo Vila Joya e Tartar-ia) podemos encontrar carpaccios, ceviches, tártaros e tatakis. Mas se não apreciam o peixe cru, não se preocupem pois também podem optar pelo peixe grelhado e assado no forno, servidos com dois de cinco acompanhamentos à escolha.

 

FullSizeRender.jpg

 

Passando então à refeição, esta começou com um couvert muito interessante. Húmus de grão e beterraba, acompanhados por tostas crocantes. Couvert que foge ao tradicional nos restaurantes portugueses, mas que a meu ver resulta na perfeição com o estilo de refeição servida. 

 

FullSizeRender (2).jpg

 

Para entrada optei por um trio de tártaros - salmão, atum e corvina (€16,50). Dose generosa e absolutamente perfeita. E porquê? Por causa do tempero. Quem gosta de tártaros, carpaccios e outras técnicas semelhantes, sabe que um dos problemas recorrentes é a falta de tempero. Ou o tempero errado, que anula o sabor do peixe. E nada mais desagradável do que ter um peixe que não sabe a nada, ou que só sabe ao tempero. Neste caso, isso não aconteceu. Era possível não só sentir o sabor dos três peixes, como o tempero dos mesmos. Havia um equilíbrio adequado e verdadeiramente no ponto. O sal foi usado na perfeição enquanto "lupa de sabores" e os molhos davam gosto sem se sobreporem.

 

FullSizeRender (3).jpg

 

Para prato principal um tataki de atum (€13,00) que brilhou tanto (ou mais) como o trio de tártaros. Examente a mesma perfeição no tempero. Neste prato optei por um saboroso chutney de coentros como molho e como acompanhamentos legumes assados e puré de batata wasabi.

 

FullSizeRender (4).jpg

 

O atum estava irrepreensível, mas o molho e os acompanhamentos não ficavam atrás. No molho apenas pecou a falta de uma espátula para não desperdiçar uma única gota e os acompanhamentos surpreenderam bastante. Não sou fã de legumes assados e não gosto mesmo de cenouras, mas aqui adorei (!), e o puré de wasabi estava bastante equilibrado. Sentia-se o gosto do wasabi, mas sem que este se tornasse agressivo. Eu, que gosto de wasabi em doses agressivas, gostei bastante deste resultado mais razoável.

 

FullSizeRender (5).jpg

 

Para finalizar, não resisti ao trio de mousses de chocolate (€3,00). E ainda bem que o fiz, porque era uma delícia. Três tipos de chocolate, três pecados - branco, preto e blonde (com um gosto ligeiramente a caramelo) todos da Valrhona. 

 

FullSizeRender (1).jpg

 

A acompanhar toda a refeição, uma boa limonada com hortelã (€1,90). 

 

Antes de terminar, destaque positivo para o simpático e rápido serviço, bem como para o espaço muito bonito e descontraído, com um estilo vintage, da autoria dos arquitetos Pedro Ricciardi, João Regal e Hilária Neto.

 

Obrigado à Tinkle Portugal e ao restaurante Eatfish na pessoa do seu proprietário, o gestor e empresário Vasco Oliveira, pelo simpático convite e pelo ótimo almoço (e companhia). 

 

Nota final: a visita ao restaurante Eatfish foi feita a convite do grupo Tinkle Portugal e do restaurante, porém a presente crítica é 100% imparcial, tal como todas as outras. Quando aceito um convite este não pode acarretar qualquer tipo de contrapartida, restrição ou exigência, de forma a poder manter a imparcialidade que pautam as críticas que faço. 

 

Acompanhem-nos também no Instagram, Twitter e Facebook.

Os 100 melhores Chefs do mundo (com um "português")

Já saiu a anual lista dos 100 melhores Chefs do mundo, e este ano há um "português" na lista. O Chef Dieter Koschina, do restaurante Vila Joya. Parabéns ao Chef e à sua equipa.

 

01.png

 

02.png

 

03.png

 

04.png

 

05.png

 

06.png

 

Artigo retirado daqui.

 

Previsões para o Guia Michelin 2017

19473769_pZyoL.jpeg

 

No seguimento do anúncio da data de 23 de novembro para a divulgação do Guia Michelin 2017 Portugal e Espanha, muitos são aqueles que têm feito as suas previsões. Como tal, deixo aqui as minhas previsões (bastante otimistas) para o Guia Michelin 2017, tendo sempre por base as minhas experiências:

 

19382222_MwB25.jpeg

 

3 estrelas

Portugal continua a não ter um restaurante 3 estrelas e, para mim, isso só acontece porque é Portugal- o "patinho feio" do guia. Porém, a verdade é que com o passar dos anos e com a consequente evolução gastronómica (bastante positiva) em Portugal, dificilmente poderemos continuar a ser um "patinho feio". Há limites para tudo e julgo que não deveremos ter de aguardar muito para a tão esperada terceira estrela.

 

Como é evidente, o campeonato para a terceira estrela resume-se aos atuais 2 estrelas: Belcanto, Ocean e Vila Joya. Como nunca fui ao Ocean, não me posso pronunciar, mas pelo que consta tem tudo para conseguir, finalmente, a terceira. Este ano ou no próximo.

 

Relativamente ao Vila Joya, estive lá em 2014 e, apesar dos trambolhões nos 50 World Best, penso que nem perderá a segunda estrela nem conseguirá a terceira.

 

Quanto ao Belcanto, aposto na conquista da terceira estrela. Os prémios não o largam, foram feitas obras recentes (tendo em vista a terceira estrela) e a qualidade apresentada é de um 3 estrelas (em comparação com outros 3 estrelas internacionais). A questão de ainda ser cedo para mim não faz sentido, pois a segunda estrela foi alcançada no guia de 2015 e dificilmente se poderá continuar a justificar a falta da terceira estrela.

 

18920557_1fwUz.jpeg

 

2 estrelas

Mantendo-se o Vila Joya com 2 estrelas (e eventualmente o Ocean e o Belcanto com 3, se bem que acho impossível que o "poupado" guia atribua logo duas 3 estrelas num só ano, pelo que aposto apenas no Belcanto), considero que existem dois fortes candidatos à desejada segunda estrela. O Feitoria e o The Yeatman. Nem um nem outro são restaurantes de 1 estrela. E tenho a certeza que se estes dois restaurantes fossem espanhóis já tinham a segunda estrela. Nem dá para entender como é que estes dois restaurantes só têm uma estrela, em comparação com os outros estrelados portugueses.

 

19763922_A3TJY.jpeg

 

1 estrela

No campeonato de restaurantes com 1 estrela, e escrevendo apenas sobre os que conheço, considero que o Largo do Paço e o Eleven manterão a estrela (sendo que o Eleven está mais perto de uma eventual segunda). O mesmo deverá acontecer com a Fortaleza do Guincho, apesar de todas as mudanças que ocorreram (Chef, pratos, conceito...).

 

Para novos 1 estrela, aposto no Alma, LOCO, Ferrugem e Esporão. Mais uma vez, são restaurantes que se fossem espanhóis já tinham a estrela. Se o Alma e o LOCO não receberem a sua primeira estrela já este ano, será uma enorme injustiça. Mais uma vez, não interessa se abriram recentemente ou não, pois não faltam restaurantes estrangeiros que conseguem logo a estrela assim que abrem.

 

Igualmente injusto seria a não atribuição da estrela ao Ferrugem e Esporão, se bem que se tiver de ter em conta a "poupança" do Guia, aposto apenas no Alma e LOCO (devido à localização e Chefs).

 

Consta que a Casa de Chá Boa Nova e o LAB também podem alcançar a primeira estrela. Esperemos que sim, mas como não conheço não posso fazer apostas.

 

Quero acreditar que não haverá perdas de estrelas e apesar de ter estado pela última vez no L'And mesmo antes de perder a estrela, não acredito que a recupere este ano.

 

O Guia Michelin Portugal 2017 ficaria então assim:

 

3 estrelas:

Belcanto (análise aqui)

 

2 estrelas:

Vila Joya (análise aqui)

Ocean

Feitoria (análise aqui)

The Yeatman (análise aqui)

 

1 estrela:

Alma (análise aqui)

LOCO (análise aqui)

Largo do Paço (análise aqui)

Eleven (análise aqui)

Fortaleza do Guincho (análise aqui)

Henrique Leis

Il Gallo d'Oro

Pedro Lemos

São Gabriel

Willie's

Bon Bon

Herdade do Esporão (análise aqui)

Ferrugem (análise aqui)

Estrelas Michelin Portugal 2016 - previsões

18920557_1fwUz.jpeg

 

Pequena pausa na semana da Osteria Francescana para comentar um dos assuntos do dia.

 

Não passam de previsões, mas não queria deixar de tentar antever parte do que vai acontecer hoje à noite, aquando da divulgação do Guia Michelin Portugal e Espanha para 2016:

 

- Belcanto, de José Avillez - apesar de merecer a terceira estrela, por estar ao mesmo nível que outros restaurantes com três estrelas, apesar de Lisboa "merecer" um três estrelas, e de não faltarem rumores nesse sentido, acredito que ainda não será este o ano. É injusto, mas seria uma ascensão muito repentina. Seja como for, já temos reservas feitas para celebrar uma eventual terceira estrela, ou a manutenção da segunda. Críticas ao restaurante aqui.

 

- L'And, de Miguel Laffan - o restaurante é bonito e a comida é boa, mas fiquei um pouco desiludido da última vez. Para além de que o serviço deixa muito a desejar. Por isso, prevejo a queda da estrela. Críticas ao restaurante aqui.

 

- Esporão, de Pedro Pena Bastos - um restaurante de altíssimo nível, que ganhou ainda mais com a entrada de Pedro Pena Bastos. Uma estrela Michelin seria mais do que merecida, e creio que poderá ser este o ano, mantendo-se desta forma uma estrela no Alentejo. Críticas ao restaurante aqui.

 

- Ferrugem, de Renato e Dalila Cunha - não há nada que justifique que o Ferrugem não tenha uma estrela. Serviço impecável, boa comida com alta criatividade, espaço agradável e nem a localização pode ser um entrave (quantos não são os estrelados que estão em sítios "improváveis"). Crítica ao restaurante aqui.

 

- The Yeatman, de Ricardo Costa - a vista é maravilhosa, mas a comida ainda é melhor, pelo que deverá receber a sua segunda estrela. Crítica ao restaurante aqui.

 

Outras previsões: fala-se na queda da estrela do Largo do Paço (crítica ao restaurante aqui) e da Fortaleza do Guincho, na terceira estrela para o Vila Joya (crítica ao restaurante aqui) ou ainda nas estrelas para o Gusto, Vista e Casa de Chá da Boa Nova.

 

Teremos de aguardar por logo à noite, mas espero sinceramente que Portugal receba o protagonismo (no que respeita a estrelas Michelin) que merece.

Algarve "Baby Friendly"

16981160_faB1w.jpeg

 

No seguimento deste post - "Bebés Gourmet" - sobre levar bebés para restaurantes com estrelas Michelin, aproveito para fazer um pequeno update:

- o restaurante Henrique Leis, com 1 estrela Michelin, aceita bebés;

- tal como o restaurante São Gabriel, também com 1 estrela Michelin;

- e o restaurante Vila Joya, com 2 estrelas Michelin.

 

O único patinho feito continua a ser o Ocean, com 2 estrelas Michelin, que avisa logo que não aceita bebés. Nem crianças até aos 12 anos. Eles é que ficam a perder.

 

Não posso ainda deixar de dar os meus parabéns à equipa de reservas do restaurante São Gabriel. Rápidos, eficientes e extremamente educados (à semelhança da equipa do Vila Joya). O cliente fica logo satisfeito e ainda nem chegou ao restaurante.

Bebés Gourmet - Sim ou não?

1322495597-screen_shot_2011-11-28_at_9.52.16_am.pn

 

Como sou uma pessoa que gosta de planear tudo com antecedência, já ando a reservar idas a alguns restaurantes especiais (leia-se com estrelas Michelin) com mais de seis meses de antecedência. Porém, e agora que tenho o meu primeiro filho a caminho, tenho de passar a pensar também nele. Nomeadamente, se posso ou não levá-lo comigo para os restaurantes onde quero ir. Sim, eu sou daqueles que acredita que, mesmo com um bebé de meses, é possível manter algumas das atividades pré-bebé, como ir jantar fora, mesmo que seja aos melhores restaurantes do país e do mundo.

 

O normal seria nem ter de colocar essa questão, porque em princípio um restaurante aceita que se leve um bebé, mas tratando-se de restaurantes Michelin, mais vale confirmar se é ou não possível. Até porque, pela nossa experiência, não é costume ver bebés neste tipo de restaurantes.

 

Dos meus contactos feitos até agora, posso informar que não há qualquer problema em levar um bebé ao El Celler de Can Roca (3 estrelas Michelin, em Girona), ao Vila Joya (2 estrelas Michelin, em Albufeira) ou ao Diverxo (3 estrelas Michelin, em Madrid). Aliás, ao fazer a pergunta nos dois primeiros restaurantes, perguntaram-me logo se não queria que disponibilizassem uma cadeira para o bebé. No L'and Vineyards também sei que não há problemas, pois quando lá estivemos havia algumas crianças pequenas.

 

Porém, e infelizmente, nem todos são assim. O Ocean (2 estrelas Michelin, em Alporchinhos) não aceita que se leve um bebé. Nem uma criança até aos 12 anos, o que é lamentável. Compreendo que cada restaurante tenha uma política diferente, mas quando restaurantes similares (em notoriedade, prémios, estilo e localização) aceitam tão facilmente que se leve um bebé, é pena que haja um restaurante que se recusa a aceitá-lo.

 

O que me leva a perguntar - devem ou não os restaurantes aceitar crianças e bebés, independentemente das estrelas que tenham?

 

Na minha opinião - devem. E não é porque eu quero levar um bebé de meses para o, atualmente, segundo melhor restaurando do mundo, mas sim porque:

- considero que levar um bebé deve ser visto como algo natural;

- os bebés necessitam de estar com os pais (principalmente aqueles que ainda mamam);

- os pais não devem ser privados da possibilidade de jantar fora num restaurante de que gostem;

- o facto de haver bebés na sala, mesmo que a chorar e a berrar, não vai influenciar negativamente a minha experiência.

 

É claro que compreendo que haja pessoas que preferem jantar na paz dos anjos, e não ter um anjinho a chorar durante três horas mesmo ao lado. Mas não deverão essas pessoas compreender a parte dos pais?

 

Ah, e já agora, não acho que seja violento para qualquer bebé passar três horas ao pé dos pais num restaurante. É praticamente o mesmo que estar em casa com ele. A única diferença é que há mais movimento e barulhos, o que até pode ser bom para mantê-los distraídos.

 

E vocês, o que é que acham? Independentemente das estrelas, deve-se poder levar um bebé para o restaurante, ou não?

 

P.S.: parabéns ao El Celler de Can Roca e ao Vila Joya pela excelente forma de lidar com esta questão. Não interessa se estão entre os 25 melhores restaurantes do mundo, ou se as contas finais têm, pelo menos, três dígitos. Os bebés devem estar com os pais, e se estes querem ir ao restaurante, devem poder levar os filhos com eles.

Os melhores pratos de 2014 - Sobremesas

Com 2014 a terminar, decidi reunir alguns dos melhores pratos que nos foram servidos ao longo deste ano. Depois das entradas e pratos principais, chega a hora das sobremesas:

 

17530344_Mg7Rm.jpeg

 

"Nuvem"

Restaurante "Roca Moo", Barcelona, 1 estrela Michelin, análise completa aqui e aqui.

 

IMG_3472.jpg

 

"Toranja, merengue de morango, campari, crumble e mousse de chocolate branco"

Restaurante "Roca Moo", Barcelona, 1 estrela Michelin, análise completa aqui e aqui.

 

IMG_5182.JPG

 

"Crema catalana gigante, com morangos e molho de manga, para dois e no meio"

Restaurante "Casa de Tapes, Cañota", Barcelona, análise completa aqui.

 

IMG_4687.JPG

 

"Globo lima-limão"

Restaurante "Mini Bar Teatro", Lisboa, análise completa aqui.

 

IMG_2435.JPG

 

"After Eight desconstruído"

Restaurante "Vila Joya", Albufeira, 2 estrelas Michelin, análise completa aqui.

Os melhores pratos de 2014 - Pratos principais

Com 2014 a terminar, decidi reunir alguns dos melhores pratos que nos foram servidos ao longo deste ano. Depois das entradas, os pratos principais:

17530338_zJDom.jpeg

 

"Cordeiro, rúcula e carbonara de trombetas da morte"

Restaurante "Roca Moo", Barcelona, 1 estrela Michelin, análise completa aqui e aqui.

 

IMG_2421.JPG

 

"Lavagante do Atlântico, couve-flor, caviar imperial e raviólis de aipo"

Restaurante "Vila Joya", Albufeira, 2 estrelas Michelin, análise completa aqui.

 

IMG_3469.jpg

 

"Pescada com puré de batata violeta, chips de batata violeta, pak choi e ar de citronela"

Restaurante "Roca Moo", Barcelona, 1 estrela Michelin, análise completa aqui e aqui.

 

IMG_4814.JPG

 

"Sortido de peixe do dia, selecionado ao momento pelo Chef, com risotto “nero”, salicórnia e molho de açafrão"

Restaurante "Eleven", Lisboa, 1 estrela Michelin, análise completa aqui.

 

IMG_4815.JPG

 

"Porco de raça Alentejana fumado “atrás do alho”

Restaurante "Eleven", Lisboa, 1 estrela Michelin, análise completa aqui.

 

IMG_3928.JPG

 

"Lavagante assado sem casca sobre azeite de ervas e emulsão de cebolinho, com um fino e crocante corneto de ervas por cima, recheado com um tártaro de lavagante"

Restaurante "Azurmendi", Larrabetzu, 3 estrelas Michelin, análise completa aqui, aqui e aqui.

Quarteto Gastronómico - Vila Joya

Imagem1.png

 

Depois do jantar no Hotel Palácio Estoril com o Chef Miguel Laffan, em Abril, e do jantar no Yeatman com o Chef Ricardo Costa, em Julho, chegou a vez do jantar no Vila Joya, com o Chef Dieter Koschima, no âmbito da 1ª edição do Quarteto Gastronómico - iniciativa que abraça a Plataforma Global de Apoio aos Estudantes Sírios, promovida pelo ex-Presidente da República Jorge Sampaio.


Este projeto humanitário destina-se a prestar assistência académica de emergência aos jovens estudantes da Síria, impedidos de prosseguir com a sua formação superior.

 

São quatro jantares, quatro Chefs Michelin e quatro locais deslumbrantes para degustar por uma boa causa.

 

O terceiro jantar terá lugar no próximo dia 08 de Novembro, sábado, no restaurante Vila Joya, galardoado com duas estrelas Michelin.

 

O jantar será precedido por um cocktail e composto por um menu de degustação com vinhos. No fim haverá uma cerimónia com palavras de agradecimento e momento musical. Estarão presentes alguns jovens estudantes sírios e o preço por pessoa é de €300,00 (revertendo na totalidade a favor da causa).

 

Se estão interessados, reservem o vosso lugar aqui, ou saibam mais aqui. Podem também ler a minha análise ao restaurante Vila Joya aqui.

d0df24b9-334b-4691-9930-aef213f8ec26.jpg