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Só entre nós

Só entre nós é um blog só para nós. Para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, sobre o que gostamos, ou não, sobre viagens fabulosas, restaurantes, pessoas que admiramos, ou que nos deixam os cabelos no ar, livros lidos e muito mais.

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Guerra dos Tronos (Game of Thrones) - 7ª temporada

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Estreia hoje no canal Syfy a sétima temporada de Guerra dos Tronos (e sim, eu vou esperar pelas 22:15 para ver o episódio), série sobre a qual já escrevi neste blog e eis algumas coisas que espero (e não espero) que aconteçam:

 

- que a Daenerys Targaryen não demore 7 episódios a atacar Westeros;

- que não nos façam perder muito tempo com as suas divagações e lutas secundárias;

- e já agora que o ataque a Westeros seja algo incrível e estupendo, como já fomos habituados em Game of Thrones, com dragões e eventualmente fogo vivo;

- que haja um belo confronto entre Tyrion e Cersei;

- e que Cersei (finalmente) morra (provavelmente seguida pelo suicídio do seu irmão/amor Jaime);

- gostava de ver Jon Snow e Sansa Stark a derrotar de uma vez por todas o Baelish (Mindinho);

- e adorava ver uma batalha épica com os white walkers;

- não queria ver muito da história de Bran Stark, apesar de achar que isso é quase impossível (e que é importante para o desenvolvimento da história);

-  gostava que houvesse finalmente um encontro entre os Stark;

- e estou bastante curioso para ver como se comporta a "nova" Arya Stark.

 

Independentemente de tudo, estou ansioso com este regresso. Parece que o Inverno chegou. 

Final de Dexter (spoilers)

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Este post tem spoilers para quem não viu o final de Dexter.

 

Dexter foi uma das minhas séries preferidas e dificilmente sairá do top 10. É claro que não foi perfeita. Houve momentos claramente desnecessários, desenvolvimentos de personagens que não resultaram e histórias mal conseguidas. Mas, no geral, assistir às oito temporadas foi espetacular.

 

Por isto tudo estava à espera de um final que fosse tão grandioso como a série tinha sido. Pensei no que poderia acontecer várias vezes ao longo das temporadas e, para mim, só havia duas opções. Ou o Dark Passenger era descoberto e Dexter era preso, terminando a série com a sua execução ao mesmo tempo em que se ouvia um monólogo daqueles de nos deixar a chorar toda a noite; ou Dexter fugia com o filho e eventualmente com uma paixão (neste caso Hannah) e viviam felizes longe de tudo e todos, deixando a hipótese em aberto de Dexter continuar a matar no novo destino. Ou seja, um final fechado, com a execução de Dexter, ou um final aberto, com a fuga.

 

Porém, nada disso aconteceu. E porquê? Por falta de coragem dos argumentistas. Só pode ter sido isso. E porque é que escrevo sobre o final de Dexter em 2017? Porque apesar de não gostar de rever séries, decidi rever o último episódio de Dexter para ver se afinal aquilo era melhor do que me lembrava. Mas não. Infelizmente não.

 

Deb morreu e a sua personagem foi atirada para o mar, tendo um final igual ao dos assassinos mortos por Dexter (que maneira ingrata de tratar uma personagem como Deb), Dexter sobrevive miraculosamente a uma tempestade (a série poderia ter acabado com a tempestade e ficávamos a pensar no que teria acontecido - era menos mal), Dexter decide não ir com Hannah e o filho para a Argentina porque percebe o mal que lhes fez (depois de 8 temporadas em que nunca pensou muito nos outros) e decide abandonar tudo e todos fugindo para um sítio qualquer onde, supostamente, não fará mal a ninguém de que gosta.

 

Mas isto faz algum sentido? Só mesmo porque de facto dificilmente haveria maior castigo para Dexter, como defendem os argumentistas. Mas essa não é uma das hipóteses que me parece mais coerente.

 

Presumo que o Dark Passenger não tenha desaparecido e que tenha continuado a matar aqueles que no seu entender deviam morrer. Porque se a redenção foi total, e se Dexter passou a viver como um santo, então a decisão de abandonar o filho para o proteger é ainda mais ridícula. Podia ser um santo na Argentina.

 

Podia ter sido feito muito mais. E, por isso, gostava mesmo muito que decidissem fazer mais uma temporada para afinar algumas pontas (o que, pelas notícias, não está totalmente fora de hipótese).

 

Com Dexter a ir para a Argentina ter com a família, ou Dexter a continuar com o que sempre fez ao longo da série mas no seu exílio. Não precisava de ter um final fechado. Só precisava de ter um final que respeitasse mais as personagens.

Orange is the New Black - 4ª Temporada - Spoilers

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Atenção - Este post é sobre a série da Netflix Orange is the New Black, mais concretamente sobre os últimos episódios da 4ª temporada. Se ainda não viu a temporada até ao fim e não quer saber o que vai acontecer, então não leia este post. Fica o aviso.

 

--------------- Spoilers ---------------

 

Ao contrário de algumas críticas que já li, no geral até estava a gostar desta última temporada de Orange is the New Black:

- a Nicky regressou (se bem que estava na hora de ela deixar de vez as drogas);

- Uzu Aduba esteve genial, como sempre;

- tal como a Lolly;

- adorei a ascenção da Ruiz;

- e a queda do Healey;

- a storyline da Lorna;

- tal como a história da Judy King;

- a horta rendeu bons momentos;

- o Piscatella foi uma boa adição à série, e sinto que ainda terá muito mais para dar;

 

Mas a morte da Poussey estragou tudo...

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Eu até entendo que matar um personagem querido do público é muito mais forte do que matar um desconhecido ou pouco importante, percebo que a morte da Poussey acabe por representar o "Black Lives Matter" e que a sua morte veio desencadear uma série de acontecimentos que começaram no último episódio.

 

Mas, mesmo assim, matar a Poussey?  A sério? Confesso que passei longos minutos à espera do momento em que se concluía que ela só estava desmaiada... E ainda por cima é morta pelo Bayley? Se a Jenji Kohan queria um momento What?, conseguiu com nota máxima. Mas, a meu ver, conseguiu também estragar uma temporada que ficará sempre ligada à triste morte da Poussey. Posso estar a exagerar, mas acho mesmo que foram demasiado longe. E acho que a série perde bastante com o desaparecimento da Poussey.

 

Pelo menos puseram a Poussey a sorrir diretamente para a câmara nos últimos segundos da temporada. Acabou por ser uma forma de homenagear a personagem e atriz, e despedirmo-nos da mesma vendo o seu sorriso.

 

Quanto ao que irá acontecer na nova temporada, estava-se mesmo a ver que a Dayanara ia arranjar algum problema. Acho que ela não vai disparar, apesar da pressão, mas ao mesmo tempo poderá ser uma forma de terminar com uma personagem que pouco ou nada tem acrescentado à série ultimamente. Para o ano saberemos. Espero pelo menos que a Jenji não se arme agora em "assassina de personagens preferidos", senão podemos começar a despedir-nos da Taystee...

 

Será também curioso ver como vai reagir Diaz (uma vez que nas notícias não disseram o nome de quem morreu e poderá pensar que foi a filha, podendo isso acabar por motivar um regresso à prisão), como vai Caputo sobreviver ao facto de ter defendido o Bayley, ou o que vai acontecer à Linda, uma vez que ela estava na casa de banho quando começou a confusão.

American Horror Story (Hotel)

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American Horror Story já nos habituou a histórias assustadoras, bizarras, loucas e surreais, com cenas de deixar uns de boca aberta e outros semanas sem dormir.

 

Mas esta nova temporada de American Horror Story parece-me que vai conseguir superar tudo o que já foi feito. Com o check-in feito, que é como quem diz, depois de visto o primeiro episódio, posso dizer que a nova história é muito mais macabra, bizzara, dark e kinky.

 

Sem querer entrar em grandes detalhes ou spoilers, posso apenas dizer que as personagens são bastante interessantes, que Lady Gaga está muitíssimo bem, e que apesar de ainda estarmos naquela fase da montanha-russa de personagens e histórias onde ainda não se sabe tudo, esta é uma temporada que promete ser memorável.

 

Foi uma estreia incrível, que me deixou ansioso por mais episódios e mostrou como American Horror Story é um projeto com pernas para andar por muitos mais anos.

Séries a caminho

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Segue o calendário de estreias de algumas das séries que pretendo (ou gostaria de) acompanhar:

- The Big Bang Theory (9ª temporada, CBS) – 21 de setembro

- Minority Report (Estreia, Fox) – 21 de setembro

- The Muppets (Estreia, ABC) – 22 de setembro

- The Middle (7ª temporada, ABC) – 23 de setembro

- Modern Family (7ª temporada, ABC) – 23 de setembro

- The Last Man on Earth (2ª temporada, Fox) – 27 de setembro

- American Horror Story: Hotel (5ª temporada, FX) – 7 de outubro

- The Walking Dead (6ª temporada, AMC) – 11 de outubro

- The Man in the High Castle (Estreia, Amazon) – 20 de novembro

 

Como nunca dá para tudo, lá vou ter de deixar algumas pelo meio, ou ver mais tarde.

 

Fonte

Fear the Walking Dead

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Possíveis spoilers

 

Dois episódios depois, parece-me uma boa altura para fazer um ponto de situação sobre a nova série da AMC - Fear the Walking Dead - uma espécie de spin-off do Walking Dead. Ou como alguns podem dizer, uma forma dos fãs do Walkind Dead matarem saudades deste universo apocalíptico.

 

Como sempre tive curiosidade de saber como tudo tinha começado, estava bastante curioso para ver o resultado final. Porém, as informações dadas ainda não são suficientes para satisfazer os meus desejos.

 

É certo que podemos acompanhar o início do fim, com, inicialmente, uns casos muito isolados, e o avanço rápido dos ataques e mortes. Era algo que eu queria ver e parece-me que, até agora, a série tem conseguido fazer bem.

 

Mas falta-me saber, em concreto, como é que tudo começou. Ou melhor, porque é que tudo começou. E começo a achar que nunca vamos saber.

 

Quanto às personagens, gosto da mãe de família Madison (Kim Dickens) e do desempenho do ator Frank Dillane, com o seu Nick. Quanto às restantes, ainda não me cativaram totalmente, mas no geral parece-me um grupo interessante.

 

Ao contrário de muitas críticas, até gosto da "falta" de ação e de zombies. Afinal, a série retrata o início, por isso não podíamos começar com ataques de dezenas de zombies. É provável que, com o desenrolar dos episódios, a ação apareça em força.


No geral, temos portanto uma série bem adequada a todos aqueles que seguem Walking Dead e que querem fugir aos cenários não urbanos e vivenciar um novo mundo. Só espero que a família não consiga fugir para o deserto, como pretendem, porque senão lá voltamos nós ao foge foge longe da cidade, e para isso já temos Walking Dead.

Sugestões de séries para este Verão (para todos os gostos)

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Chega o Verão e, por norma, face ao fim das temporadas das nossas séries preferidas, passa a haver tempo para recordar uma série que nos deixou boas recordações ou para pôr em dia aquela série de que toda a gente fala mas que nunca vimos.

 

Hoje sugiro quatro séries, todas de géneros diferentes, e um reality show. Estas não são necessariamente as minhas séries preferidas, e existem muitas mais que merecem sugestão (já aqui escrevi sobre algumas - 1ª parte e 2ª parte), mas são 4 séries que têm preenchido as minhas horas livres neste Verão, daí a recomendação:

 

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Comédia - Modern Family

 

É a série que já ganhou tudo o que tinha a ganhar, e basta assistir a alguns episódios para perceber o porquê de tanto sucesso. Muito divertida, e com personagens extraordinariamente bem construídas e desenvolvidas pelos respetivos atores, é uma ótima sugestão para ocupar vinte e poucos minutos do nosso dia, deixando-nos com um sorriso na cara. A 23 de setembro deste ano começa a 7ª temporada.

 

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Drama familiar - Parenthood

 

A sua sexta, e última, temporada terminou em Janeiro de 2015 e só há poucas semanas é que decidimos dar-lhe uma oportunidade. E ainda bem que o fizemos. Trazendo boas recordações de Brothers and Sisters, Parenthood retrata a história da família Braverman e seus dramas e peripécias, alternando nas emoções que desperta nos espectadores, pois tanto nos faz chorar como rir. Totalmente recomendável.

 

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Thriller de ficção científica - Ficheiros secretos

 

Todos conhecem os Ficheiros secretos, mas nem todos viram todos os episódios transmitidos. Com o regresso da série em 2016, como escrevi aqui, está é uma excelente oportunidade para pôr em dia o que está em falta. E como sabe bem ter Mulder e Scully de volta nos nossos ecrãs.

 

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Drama político - House of Cards

 

Já aqui escrevi sobre House of Cards e, depois da magnífica terceira temporada que foi disponibilizada este ano, reforço ainda mais todos os elogios feitos. Kevin Spacey é brilhante, Robin Wright não fica nada atrás e a história acompanha na perfeição este elenco de luxo.

 

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Reality Show - Survivor

 

É o meu guilty pleasure. Adoro Survivor. Desde as confusões nos acampamentos, às estratégias (muitas mirabolantes, outras incrivelmente bem planeadas), aos jogos de poder, provas, conselhos tribais, votações... Se não viram, dêem uma oportunidade. Já foram emitidas 30 temporadas, e presumo que seja para continuar por muitos mais anos.

 

E vocês? Alguma sugestão (sem spoilers, por favor!!!)?

Maratona de Ficheiros Secretos

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É já no dia 24 de janeiro de 2016 que os Ficheiros Secretos vão regressar à televisão. E eu, 22 anos depois, decidi rever as 9 temporadas. Todos os 202 episódios. Ainda só vou na primeira temporada, mas tem sabido muito bem rever as personagens e mistérios, que me mantinham acordado até mais tarde e que me tiravam alguns minutos de sono, ou que me deixavam a olhar de lado para todos os cantos da casa, com medo do que pudesse encontrar.

 

 

The Last Man on Earth, Fox (com possíveis spoilers)

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"The Last Man on Earth", da Fox, ou, em português, "O Último Homem na Terra", era a série nova que eu mais aguardava nesta temporada. A sinopse é bastante simples - um vírus matou toda a população mundial, com exceção de um homem - Phil Miller (Will Forte).

 

Sozinho no mundo, Phil decide embarcar numa viagem pelos Estados Unidos da América em busca de sobreviventes, sem qualquer sucesso, acabando por regressar a Tucson, Arizona, carregado de "pequenos" souvenirs da viagem.

 

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(Possíveis spoilers)

Convencido que é o único homem na Terra, depois de dois anos sem encontrar ninguém, e desesperado pela solidão em que se encontra, decide suicidar-se. Porém, nesse preciso instante, descobre que, afinal, estava enganado, e não é o único ser humano na Terra, apenas o único "homem".

 

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No entanto, o sonho de encontrar alguém, principalmente uma mulher, não vai ser assim tão cor-de-rosa como tinha imaginado. É que pior do que estar sozinho no mundo, é estar sozinho no mundo com uma mulher com um feitio oposto ao seu. 

 

A série é extremamente divertida, e se Will Forte está muito bem no papel de último homem na Terra, Kristen Schaal está ainda melhor.

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The Man in the High Castle, Amazon

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Adaptada da obra homónima de Philip K. Dick, publicada em 1962, a série "O homem do castelo alto", em Português, dá a volta à História e retrata um mundo em que a Alemanha Nazi e o Império Japonês venceram a Segunda Guerra Mundial.

 

Os Estados Unidos da América renderam-se, a população africana foi dizimada e o mundo vive num regime fascista, com raras excepções, como, curiosamente, Portugal.

 

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A ação da série é passada em 1962, nos antigos Estados Unidos da América, entretanto divididos no Grande Reich Alemão e os Grandes Estados do Pacífico (sob domínio japonês), que vivem em guerra fria. Adolf Hitler ainda é vivo, mas a sua doença começa a impedi-lo de governar, ao passo que Goebbels, Göring e outros disputam pelo poder, sonhando com uma unificação do Grande Reich Alemão, nem que para isso tenham de lançar uma bomba atómica sob o Império Japonês.


Pelo meio, a resistência está ativa e pretende reconquistar a liberdade, que muitos nunca chegaram a conhecer.

 

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É esta a história que está a ser adaptada à televisão, com produção de Ridley Scott, roteiro de Frank Spotnitz (Ficheiros Secretos) e direção de David Semel.

 

Do que pude ver pelo piloto divulgado pela Amazon, a série tem tudo para ser uma das grandes surpresas da temporada. É claro que o grande trunfo é a história, mas as interpretações são convincentes e a produção e imagem da série conseguem ultrapassar o obstáculo de mostrar ao espectador um mundo dominado pelo regime nazi nos anos sessenta.

 

Os efeitos especiais poderiam ser melhores mas, no geral, estamos perante um grande produto televisivo. Espero que sigam em frente com a produção e emissão de mais episódios, pois estou ansioso.