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Só entre nós

Só entre nós é um blog só para nós. Para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, sobre o que gostamos, ou não, sobre viagens fabulosas, restaurantes, pessoas que admiramos, ou que nos deixam os cabelos no ar, livros lidos e muito mais.

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Restaurante dentro da prisão foi eleito o melhor restaurante de Londres!!

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O restaurante The Clink, situado dentro de uma prisão do Sul de Londres (HMP Brixton), foi eleito pelos utilizadores do TripAdvisor como o melhor restaurante de Londres. 

 

Aberto em 2009 em HMP Brixton, o restaurante foi considerado o melhor numa lista de 18 mil restaurantes. Recebeu 5 estrelas e tem 97% de reviews como "excelente" ou "muito bom".

 

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O menu é composto por 3 pratos, custa £30 e representa a gastronomia moderna britânica, com influências mediterrâneas (exemplo de menu). 

 

Cerca de 30 prisioneiros trabalham 40 horas por semana no restaurante e estudam para concluir um curso na área, reconhecido a nível nacional. 

 

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O objetivo deste interessante projeto é providenciar aos presos educação e experiência nesta área, tentando facilitar a integração social pós prisão e reduzir as possibilidades de ser cometido um novo crime. 

 

Segundo um estudo recente, aqueles que trabalham no restaurante têm 41% menos probabilidades de voltar a cometer um crime. 

 

A empresa responsável pelo projeto tem ainda restaurantes em mais 3 prisões no Reino Unido, sendo que todos alcançaram igualmente o primeiro lugar nos tops dos restaurantes de cada área.

 

Este projeto não é único no Reino Unido, havendo também um restaurante de fine dining numa prisão em Milão.

 

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Fica a sugestão para fazerem o mesmo em Portugal.

 

Saibam mais sobre o restaurante aqui. E atenção que se estiverem a pensar reservar uma mesa, leiam bem as FAQ antes da reserva. Existe um grande número de regras de segurança (e não só) que têm de ser cumpridas, uma vez que o restaurante fica, efetivamente, dentro da prisão. E, já agora, só podem entrar no restaurante maiores de 18 anos. 


Fonte

Está tudo louco na estrela Michelin Alentejana

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As minhas experiências no L'And, o único restaurante com um estrela Michelin no Alentejo, nunca foram extraordinárias (último post aqui). 

 

Mas a reconquista da estrela dava curiosidade em ir ver como estava entretanto o serviço e a criatividade na cozinha. 

 

Telefonei para lá e fiquei a saber:

  • que o restaurante não está aberto para o público todos os dias;
  • e que mesmo nos dias em que supostamente está aberto, depende da ocupação do hotel onde está inserido o L'And.

 

Em concreto, foi-me dito que no dia que queria ir o restaurante supostamente estaria aberto, mas como o hotel estava com quase todos os quartos reservados, não podiam aceitar reservas para o restaurante por parte de não hóspedes. Tinham de ter mesas disponíveis para os hóspedes.

 

Mais fiquei a saber que para aquele dia ainda não havia reservas de hóspedes para o restaurante, mas podia vir a haver, por isso não dava para mim. 

 

Ou seja, no L'And preferem passar um dia inteiro com a sala praticamente vazia, para poderem ter mesas para hóspedes que não sabem se querem ou não comer lá, em vez de garantirem logo casa cheia com quem quiser reservar. 

 

Não sei se os responsáveis pelo L'And estão loucos, ou se eu que estou errado, mas sei que por mim não contam comigo para lá voltar. Principalmente depois de ouvir:

"Faça assim. Vá telefonando para saber como está a ocupação do hotel e assim pode ser que consiga um dia para cá vir comer."

 

Começo a recear que isto se alastre aos outros restaurantes de hotéis (se é que já não acontece algo semelhante noutros locais). É que bloquear mesas para hóspedes, até faz sentido. Mas bloquear uma sala inteira já é demais. 

Chef arrasa com crítica negativa apenas com uma linha

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Texto original

Por Peter Basildon, a 26 de junho de 2017 no Fine Dining Lovers

 

Sempre que vemos uma resposta do dono de um restaurante a uma crítica negativa temos de fazer o respetivo destaque.

 

As nossas favoritas são normalmente aquelas em que o Chef decide arrasar uma crítica online, principalmente quando o faz com humor.

 

De vez em quando, basta apenas uma resposta curta, direta e honesta, e uma crítica negativa pode ser desfeita de forma muito eficiente.

 

Como aconteceu com a crítica ao restaurante Halal Guys feita por um crítico online que disse que não estava satisfeito com o cordeiro que tinha comido. Qual é o problema? O restaurante não vende cordeiro - nada!

 

"Quando eu quero cordeiro, espero qualidade que esteja de acordo com o preço. Halal Guys não consegue isso.

Para o produto que servem, eles são muito caros. O espaço é interessante, mas simples em comparação com outros estabelecimentos na zona.

E no fim... eles são outro restaurante de fast food... se conseguirem imaginar um sítio pior do que o McDonalds.

 

Não liguem às críticas com 4 ou 5 estrelas. Classifiquem tudo de acordo com o verdadeiro sabor.

 

Se preferir uma excelente variedade de cordeiro de qualidade, visitem Acropolis Cuisine em Metairie.

Se procura por uma refeição rápida em NOLA experimente o Cleo's Mediterranean Cuisine."

 

Resposta do dono do restaurante:

"Olá Patrick, pedimos desculpa pela sua experiência menos satisfatória. Informamos apenas que não há nenhum prato no nosso menu que inclua cordeiro. Os nossas opções para pratos ou sandes são galinha, vaca ou ambas. Obrigado pelo feedback."

 

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Será que podemos criticar um restaurante sem medo de represálias?

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Em primeiro lugar, obrigado ao João Faria, autor do blog Menu Executivo, (Instagram) por me ter chamado a atenção para esta notícia.


Ora então parece que o conceituado Chef Vítor Sobral vai processar um cliente por causa de uma crítica que fez na Zomato ao seu restaurante Balcão da Esquina no Mercado da Ribeira. 

 

 

 

What do you quer? No plate? Pão?

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Quando vou a um food court, se houver um h3 é muito provável que acabe por comer lá. Os hambúrgueres são bons e apesar das filas muitas vezes terem longos metros, a espera compensa.

 

E a avaliar pelo movimento sempre intenso, e pela quantidade de h3 que já abriram, não sou o único a pensar o mesmo. Mas não só os portugueses que gostam de passar pelo h3. Cada vez vejo mais turistas nas filas.

 

Algo perfeitamente normal, atendendo ao aumento de turistas em Lisboa e Portugal. O que já não acho normal é ver a incapacidade que alguns empregados do h3 têm para falar outras línguas.

 

O normal seria que um estrangeiro se esforçasse por tentar dizer algumas palavras no idioma do país que está a visitar, tal como nós portugueses fazemos assim que saímos do país. Mas em Portugal isso raramente acontece. São poucos aqueles que se esforçam minimamente. Os outros, ou seja nós, é que têm de saber falar a língua deles ou uma língua mais universal.

 

Talvez por isso haja quem defenda com unhas e dentes que não devíamos ceder. Aqueles que nos visitam é que têm de se esforçar por se fazer entender. E eu em parte até concordo. 

 

Mas a verdade é que para um negócio funcionar bem, dá jeito atrair todos os clientes possíveis. E isso implica saber receber os estrangeiros e saber, pelo menos minimamente, comunicar com eles.

 

Porém, no h3 mais perto do meu trabalho, onde cada vez há mais turistas, já presenciei por 2 vezes cenas lamentáveis com turistas. O título deste post é mesmo verdadeiro. 

 

"What do you quer? No plate? Pão?"

 

Sim, eu ouvi mesmo isto. E nenhum dos outros 4 empregados ao balcão foi capaz de ajudar, apesar dos pedidos de ajuda da funcionária aos colegas.

 

Nenhum dos 5 funcionários do balcão do h3 sabia perguntar coisas básicas em inglês. Tive que ser eu a fazer de tradutor. Mas não foi caso único. Umas semanas depois deparei-me com a mesma situação. Um francês, e respetiva família, não percebiam nada sobre o ponto da carne. E a funcionária (diferente da situação anterior), bastante nervosa, só dizia para os colegas:

 

"Eu nem sei dizer em inglês, quanto mais em francês..."

 

Do nada, surgiu entretanto uma funcionária da cozinha que falava francês na perfeição e conseguiu falar com os clientes.

 

Mas atenção que este não é um problema exclusivo do h3 perto de mim. Já assisti a outro caso semelhante no h3 do Corte Inglés.

 

Este post não é uma crítica a nenhum funcionário do h3. Até porque em parte concordo com a teoria de que os outros é que têm de fazer um esforço por comunicar. Eles é que nos estão a visitar. Mas era essencial que, pelo menos, os empregados soubessem fazer aquelas perguntas básicas em inglês. Pelo menos na "língua universal". Não é preciso saber discutir os temas da atualidade. E por isso esta é uma crítica ao próprio h3, que devia, até para seu bem, proporcionar aos seus funcionários uma breve formação em inglês.

 

Não me venham com teorias de custos para a empresa. Em último caso, bastava simplesmente distribuírem um guião em inglês pelos funcionários. E se houvesse dúvidas, era só olhar para lá (ou mostrar aos clientes). Caso isto já aconteça, então peço desculpa ao h3 mas não é isso que parece.

 

Por fim, acredito piamente que isto não é um "problema" exclusivo do h3. Eu é que nunca presenciei situação semelhante noutro local. Bem pelo contrário.

 

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A Taberna da Rua das Flores - Melhor restaurante diário 2016

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Existe um pequeno refúgio, no movimentado Chiado, que é visita obrigatória de quase todos os Chefs quando passam por Lisboa. Nacionais ou estrangeiros. Basta ver nas redes sociais a quantidade de Chefs famosos e repletos de estrelas que não dispensam uma passagem por esse restaurante, de nome A Taberna da Rua das Flores, cuja cozinha está a cargo do Mestre André, uma verdadeira enciclopédia ambulante no que respeita a gastronomia.

 

 

Mas eles não vão lá pelos lindos olhos do Mestre André. Vão lá porque a comida é muito boa, autêntica e ao mesmo tempo criativa. Os comuns mortais vão lá por isso tudo e também por causa dos preços, que não escandalizam ninguém, bem pelo contrário.

 

 

O nome não engana. Tem o estilo de uma taberna. Mas não se preocupem que não se enquadra no perfil de O Pesadelo na Cozinha. 

 

Face aos preços acessíveis, à (muita) qualidade do que é servido, à simpatia do serviço e ao ambiente de taberna, a Taberna da Rua das Flores é a vencedora na categoria melhor restaurante diário 2016.

 

Prémios Só entre nós 2016

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Belcanto - Melhor serviço 2016

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Felizmente temos cada vez mais restaurantes em Portugal com um serviço impecável. Atencioso, educado, sem conversas despropositadas, e constantemente preocupado com a satisfação do cliente.

 

Mas há um que, a meu ver, se destaca. Em quatro visitas ao Belcanto nunca houve nenhum ponto negativo a salientar. E 2016 não foi exceção. A começar pelo Luís Reis, Chefe de sala, sempre simpático, educado e atencioso, que não se esquece dos clientes frequentes e faz questão de mostrar isso mesmo, passando por todos os elementos da equipa do restaurante.

 

Tudo é perfeito, e a atenção e cuidado que tiveram com o nosso filho bebé aquando da última visita comprova isso mesmo.

 

Prémios Só entre nós 2016

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Os 50 melhores restaurantes do mundo (2017)

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Depois de conhecermos a segunda parte da lista dos melhores restaurantes do mundo para 2017, onde surge o Belcanto, de José Avillez, chegou a hora de nos ser apresentada a primeira parte da lista. 

 

E o grande vencedor é Eleven Madison Park (como previsto)

 

Em segundo lugar Osteria Francescana Análise no blog Só entre nós - AQUI

 

Em terceiro lugar El Celler de Can Roca Análise no blog Só entre nós - AQUI

 

Em quarto lugar Mirazur

 

Em quinto lugar Central

 

Em sexto lugar Asador Etxebarri

 

Em sétimo lugar Gaggan

 

Em oitavo lugar Maido

 

Em nono lugar Mugaritz

 

Em décimo lugar Steirereck

 

Houve apenas duas saídas do top 10. Narisawa, que passou para 18º lugar e Noma que desaparece da lista! Consequentemente houve a entrada de Maido (13º para 8º lugar) e Gaggan (23º para 7º)

 

Relembro o top 10 de 2016:

No.1 OSTERIA FRANCESCANA - Análise no blog Só entre nós - AQUI

No.2 EL CELLER DE CAN ROCA - Análise no blog Só entre nós - AQUI

No.3 ELEVEN MADISON PARK 

No.4 CENTRAL

No.5 NOMA 

No.6 MIRAZUR

No.7 MUGARITZ

No.8 NARISAWA

No.9 STEIRERECK

No.10 ASADOR ETXEBARRI

Lista completa:

1. Eleven Madison Park, New York (USA) - BEST RESTAURANT IN NORTH AMERICA and BEST RESTAURANT IN THE WORLD

2. Osteria Francescana, Modena (Italy) - BEST RESTAURANT IN EUROPE

3. El Celler de Can Roca, Girona (Spain)

4. Mirazur, Menton (France)

5. Central, Lima (Peru) - BEST RESTAURANT IN SOUTH AMERICA

6. Asador Etxebarri, Atxondo (Spain)

7. Gaggan, Bangkok (Thailand) – BEST RESTAURANT IN ASIA

8. Maido, Lima (Peru)

9. Mugaritz, San Sebastian (Spain)

10. Steirereck, Vienna (Austria)

11. Blue Hill at Stone Barns, Tarrytown (USA) – HIGHEST CLIMBER AWARD

12. Arpège, Paris (France)

13. Alain Ducasse au Plaza Athénée, Paris (France)

14. Restaurant André, Singapore (Singapore)

15. Piazza Duomo, Alba (Italy)

16. D.O.M. , Sao Paulo (Brazil)

17. Le Bernardin, New York (USA)

18. Narisawa, Tokyo (Japan)

19. Geranium, Copenhagen (Denmark)

20. Pujol, Mexico City (Mexico)

21. Alinea, Chicago (USA)

22. Quintonil, Mexico City (Mexico)

23. White Rabbit, Moscow (Russia)

24. Amber, Hong Kong (Hong Kong)

25. Tickets, Barcelona (Spain)

26. The Clove Club, London (UK)

27. The Ledbury, London (UK)

28. Nahm, Bangkok (Thailand)

29. Le Calandre, Rubano (Italy)

30. Arzak, San Sebastian (Spain)

31. Alléno Paris at Pavillon Ledoyen, Paris (France) – HIGHEST NEW ENTRY

32. Attica, Melbourne (Australia) - BEST RESTAURANT IN AUSTRALASIA

33. Astrid Y Gastón, Lima (Peru)

34. De Librije, Zwolle (Netherlands)

35. Septime, Paris (France) – STUSTAINABLE RESTAURANT AWARD

36. Dinner by Heston Blumenthal, London (UK)

37. Saison, San Francisco (USA)

38. Azurmendi, Larrabetzu (Spain)

39. Relae, Copenhagen (Denmark)

40. Cosme, New York (USA)

41. Ultraviolet, Shanghai (China)

42. Boragò, Santiago (Chile)

43. Reale, Castel di Sangro (Italy)

44. Brae, Birregurra (Australia)

45. Den, Tokyo (Japan)

46. L’Astrance, Paris (France)

47. Vendôme, Bergisch Gladbach (Germany)

48. Restaurant Tim Raue, Berlin (Germany)

49. Tegui, Buenos Aires (Argentina)

50. Hof Van Cleve, Kruishoutem (Belgium)

 

Alguns Apontamentos:

Dominique Ansel venceu o prémio de melhor Chef pasteleiro

Septime venceu na qualidade de restaurante sustentável

Maior entrada para Pavillon Ledoyen 72 para 31

Heston Blumenthal recebeu o prémio carreira

Disfrutar foi eleito o restaurante a ter em atenção

Ana Ros recebeu o prémio de melhor Chef mulher do mundo

A escolha dos Chefs foi para Virgilio Martinez, do Central

Prémio hospitalidade para El Celler de Can Roca (análise aqui)

Maior subida para Blue Hill at Stone Barns - 48 para 11 (tal como se esperava)

 

Descidas:

Tim Raue - 34 para 48

Vendôme - 35 para 47

Azurmendi - 16 para 38

Arzak - 21 para 30

Le Calandre - 39 para 29

Nahm - 37 para 28

Ledbury - 14 para 27

Alinea - 15 para 21 (nada como estava previsto)

Narisawa - 8 para 18

D.O.M. - 11 para 16

O DiverXO saiu da lista (!!!)

 

Subidas:

L'Astrance - 57 para 46

Den - 77 para 45

Brae - 65 para 44 (correto com a previsão)

Dinner - 45 para 36

Cosme - 96 para 40!!!!

Attica sobe um lugar - 33 para 32

Pujol - 25 para 20

Geranium - 28 para 19

Le Bernardin - 24 para 17

André - 32 para 14

Alain Ducasse Plaza Athénée - 58 para 13

Arpège - 19 para 12

Ground Burger - Melhor hambúrguer 2016

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Depois da melhor pizza de 2016, chegou a vez do melhor hambúrguer de 2016.

 

E o vencedor é o incrível Ground Burger em Lisboa.

 

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 Chili burger

Quando eu quero comer um hambúrguer, quero encontrar um bom pão (nem maçudo, nem muito adocicado, nem artificial), boas batatas fritas (nem salgadas nem insossas, estaladiças e quentes), carne e restantes ingredientes de qualidade e excelentes combinações.

 

Muitas vezes, o que acontece é que há ótimos restaurantes que preenchem quase todos os requisitos, mas há um ou outro que falha. No Ground Burger não.

 

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Cheese burger

Juntem a isto tudo, um espaço agradável, empregados muito simpáticos e disponíveis e um ambiente bastante kids friendly.

 

Há muitos que se queixam do preço, mas tendo em conta o que se come, não vale a pena entrarmos em discussões ou comparações.

 

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Bacon cheese burger 

Só entre nós, os hambúrgueres do Ground Burger foram os que conquistaram os nossos corações em 2016.

Os rumores sobre os 50 best restaurants de 2017

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Já falta muito pouco para serem revelados os 50 melhores restaurantes do mundo (segunda parte da lista aqui) e, por isso, já são muitos aqueles que tentam adivinhar o que vai acontecer. 

 

Ficam aqui alguns dos rumores partilhados na internet. Reitero que são apenas "rumores". 

 

- Parece que o Grant Achatz, do restaurante Alinea em Chicago, levou vários membros do restaurante para  Austrália. Será sinal de entrada no top 10? Top 5? Relembro que em 2016 o Alinea ficou em 15º lugar. 

 

- Penso que poucos estão à espera de um regresso do Noma ao primeiro lugar já este ano, principalmente atendendo às mudanças que estão a ser feitas no mesmo, e parece que o próprio Rene Redzepi também não está confiante, uma vez que não vai estar presente na cerimónia por razões profissionais. Em 2016 o Noma ficou em 5º lugar.

 

- Este vai ser o ano do Eleven Madison Park e de Daniel Humm. Não é um rumor novo (já o ano passado dizia-se o mesmo), mas este ano deve ser mesmo verdade. E porquê? O Eleven Madison Park está em 3º lugar e no ano passado, como a cerimónia teve lugar em Nova Iorque, muitos dos que votam tiveram a oportunidade de visitar o restaurante. Ou seja, o Eleven Madison Park, graças à visibilidade que teve em 2016, é bem capaz de ter conseguido um grande número de votos. E com isso subir mais dois lugares na lista.

 

- De igual modo o Blue Hill at Stone Barns, em Pocantino Hills (perto de Nova Iorque e atualmente em 48º lugar) também deve beneficiar da visibilidade que teve e subir uns lugares na lista.

 

- Se uns apostam todas as fichas no Eleven Madison Park, outros descem um pouco geograficamente e avançam com o Central, de Virgilio Martínez, em Lima, Perú. Há quem garanta que é ele que vai retirar a Osteria do primeiro lugar. Está atualmente em 4º lugar.

 

- Parece certa a descida da Osteria Francescana (análise ao restaurante aqui).

 

- Brae, na Austrália (atualmente 65º lugar) está nas apostas em como vai subir, tal como o Attica (também na Austrália e em 33º lugar).

 

- Como se percebeu com a divulgação da segunda parte da lista, o Pavillon Ledoyen, em Paris, desapareceu do top 51º - 100º. Uma vez que o Chef vai estar na cerimónia, é mais do que provável que tenha passado do 72º lugar para os primeiros 50.

 

Vale o que vale, mas deixo as minhas previsões para o Top 5:

1º Eleven Madison Park

2º El Celler de Can Roca

3º Central

4º Osteria Francescana

5º Alinea?!

 

Resta-nos aguardar!

 

Já agora, quais são as vossas previsões?

 

Fonte