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Só entre nós

Só entre nós é um blog só para nós. Para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, sobre o que gostamos, ou não, sobre viagens fabulosas, restaurantes, pessoas que admiramos, ou que nos deixam os cabelos no ar, livros lidos e muito mais.

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Traduções ridículas e surreais no Google Translate!!

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Como é que se escreve Lisboa em espanhol? Madrid.

 

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É isso mesmo. Vão ao Google Translate, escolham Português-Espanhol e escrevam Lisboa. A tradução do Google de Lisboa para espanhol é Madrid. 

 

Descobri ao fazer a tradução de um texto de português para espanhol com a ajuda do Google Translate.

 

Fiquei tão admirado, que decidi fazer mais experiências.

 

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Porto = Puerto Rico. Bem me parecia que a Invicta tinha uns ares de Porto Rico...

 

O problema parece estar só no espanhol...

 

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 E português?

 

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Español, claro. Já o contrário está bem.  

 

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Como se não fosse suficientemente surpreendente, decidi escrever Portugal.

 

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Penso que fomos conquistados por Espanha e nem sabíamos de nada.

 

E as sugestões? Portugal está de luto???

 

Já agora, o contrário não acontece.

 

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Invertendo as línguas, tudo fica bem.

 

Resta-me dizer:

Adiós y gracias.

 

 

Informação Top Secret (não digam a ninguém...)

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Há 5 anos um familiar muito próximo, e que se move entre pessoas com muito poder em Portugal, contou-me que ia haver um sismo em Lisboa no dia seguinte, com proporções gigantescas, ao estilo de o de 1755. A notícia tinha-lhe sido dada por uma fonte extremamente segura (e importante) e pedida alta confidencialidade para evitar um pânico generalizado entre a população. O meu familiar só soube por causa da forte amizade que tinha com a fonte, e decidiu contrariar o secretismo avisando os familiares mais próximos e exigindo confidencialidade. 

 

Apesar desse familiar ter decidido fugir de Lisboa com a família, e da suposta importância da fonte, decidi armar-me em macho, ignorar o aviso e ir trabalhar no dia seguinte como normal, no prédio onde trabalho (que é quase contemporâneo do sismo de 1755, ou seja, é um verdadeiro caixão vertical).

 

Como é evidente, não houve nenhum sismo em Lisboa de proporções catastróficas nos últimos longos anos.

 

Toda esta minha experiência, e arrependimento por ter contado a um colega meu, já foi contada por mim neste post (que ainda hoje me faz rir quando leio).

 

Terminei esse meu post escrevendo que numa situação idêntica, só havia duas hipóteses. Ou fugia para salvar a pele, ou ficava e não falava com ninguém. 

 

Por isso, quando há umas semanas voltei a ser avisado de uma desgraça eminente em Lisboa, não hesitei e fiquei por uma destas duas hipóteses.

 

Outro familiar, igualmente próximo e com conhecimentos ao mais alto nível, foi informado por alguém com poder em Portugal que havia dois terroristas conhecidos no país e que havia planos para fazer um atentado terrorista nas próximas horas/dias em Lisboa. 

 

Todo o Governo e entidades estavam em alerta máximo e a tentar descobrir o paradeiro destes terroristas para evitar o tal ataque terrorista.

 

Mais uma vez foi pedido sigilo absoluto para evitar um pânico entre a população. 

 

Perante a notícia, decidi imediatamente com a minha mulher que não íamos alterar nada na nossa vida. Nem iríamos contar a ninguém. Um atentado terrorista (e no fundo tal como um sismo) pode acontecer a qualquer altura em qualquer lado. E não havia nada que pudéssemos fazer que garantisse a nossa segurança. 

 

Quando é que seria o atentado? Íamos tirar férias indefinidamente? Íamos andar só em zonas não turísticas? Íamos fugir? Nada fazia sentido. Se tivesse de acontecer, iria acontecer. Mesmo quando logo a seguir soubemos da notícia do roubo de armas, mantivemos a nossa decisão. 

 

Mas o que me deixa mais curioso, é saber se de facto tanto num caso como noutro houve mesmo alertas deste género entre as chefias em Portugal, ou se tudo não passou de loucura/histeria das fontes. 

 

E se é suposto ser tudo extremamente confidencial, porque é que contam a todos os que os rodeiam? É que basta um contar a alguém muito próximo, para esse contar aos seus mais próximos, e por aí adiante. Ou seja, se querem evitar pânico e caos, talvez seja melhor manterem tudo o mais secreto possível.

 

No final de contas, não houve qualquer atentado terrorista em Lisboa (apesar de ser algo que, lamentavelmente, não é improvável de acontecer). Ou foi porque apanharam as pessoas a tempo, ou porque ainda vai ser, ou porque tudo não passou de mais um boato. 

 

Seja como for, já começo a ficar farto destes alertas Top Secret de fontes altamente seguras. É que qualquer dia acontece como na história do Pedro e do lobo...

 

O melhor restaurante do mundo é... português!!

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A conceituada revista Monocle elegeu o Bistro 100 Maneiras como o melhor restaurante do mundo. 

 

Parabéns ao Chef Ljubomir Stanisic e a toda a sua equipa. É um feito incrível! Segue a lista dos 10 melhores restaurantes do mundo segundo a Restaurant Awards 2017:

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Criticado por não ajudar o Banco Alimentar

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Eu já ajudei o Banco Alimentar por alguns anos. Tanto na sede em Lisboa, a separar as doações, como à porta dos supermercados. Tirando isso, contribuo sempre que há uma campanha. Normalmente comprando produtos no supermercado, mas já comprei vales e ajudei online. 

 

Seja como for, nem eu nem ninguém é obrigado a ajudar. Nem ninguém tem de comprar produtos no supermercado, como ninguém tem de ir ajudar a recolher produtos. 

 

Porém, nesta última campanha do Banco Alimentar, fui criticado por não ajudar. Quando na realidade tinha acabado de ajudar.

 

Fui ao Lidl com o meu filho, enchi um dos sacos do Banco Alimentar com produtos pedidos, e entreguei-o à saída. 

 

Imediatamente a seguir, fui ao Continente (mesmo em frente) comprar mais coisas, onde também estava uma equipa do Banco Alimentar que, com certeza por distração, nem me perguntou se queria um saco para contribuir. 

 

Quando ia a sair, com o meu filho ao colo, vem um menino na minha direção para recolher um saco que pensou que eu tinha no carrinho.

 

Antes de poder dizer alguma coisa, ouvi o homem que parecia ser o responsável por aquele grupo dizer ao miúdo:

 

"Não vale a pena que esse senhor não quis ajudar."

 

Apeteceu-me ir ter com ele e explicar que tinha acabado de dar noutro supermercado.

 

Apeteceu-me dizer que mesmo que não o tivesse feito, ninguém é obrigado a dar.

 

Apeteceu-me mandá-lo à merda.

 

Limitei-me, talvez erradamente, a respirar fundo e seguir em frente com o meu filho, fingindo que não tinha ouvido aquilo.

 

Percebo, porque também já estive no seu lugar, que o que mais queremos é encher carrinhos com sacos. Mas foi muito triste ouvir aquela acusação totalmente desnecessária e injusta.

Está tudo louco na estrela Michelin Alentejana

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As minhas experiências no L'And, o único restaurante com um estrela Michelin no Alentejo, nunca foram extraordinárias (último post aqui). 

 

Mas a reconquista da estrela dava curiosidade em ir ver como estava entretanto o serviço e a criatividade na cozinha. 

 

Telefonei para lá e fiquei a saber:

  • que o restaurante não está aberto para o público todos os dias;
  • e que mesmo nos dias em que supostamente está aberto, depende da ocupação do hotel onde está inserido o L'And.

 

Em concreto, foi-me dito que no dia que queria ir o restaurante supostamente estaria aberto, mas como o hotel estava com quase todos os quartos reservados, não podiam aceitar reservas para o restaurante por parte de não hóspedes. Tinham de ter mesas disponíveis para os hóspedes.

 

Mais fiquei a saber que para aquele dia ainda não havia reservas de hóspedes para o restaurante, mas podia vir a haver, por isso não dava para mim. 

 

Ou seja, no L'And preferem passar um dia inteiro com a sala praticamente vazia, para poderem ter mesas para hóspedes que não sabem se querem ou não comer lá, em vez de garantirem logo casa cheia com quem quiser reservar. 

 

Não sei se os responsáveis pelo L'And estão loucos, ou se eu que estou errado, mas sei que por mim não contam comigo para lá voltar. Principalmente depois de ouvir:

"Faça assim. Vá telefonando para saber como está a ocupação do hotel e assim pode ser que consiga um dia para cá vir comer."

 

Começo a recear que isto se alastre aos outros restaurantes de hotéis (se é que já não acontece algo semelhante noutros locais). É que bloquear mesas para hóspedes, até faz sentido. Mas bloquear uma sala inteira já é demais. 

Um país onde ninguém pode morrer

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Era uma vez uma senhora de 100 anos que fez uma fratura grave e teve de ser levada para o hospital.

 

A senhora de 100 anos foi operada e apanhou uma pneumonia durante o seu internamento. Algo normal quando se mistura num mesmo copo alguém idoso e debilitado num ambiente hospitalar.

 

Ao saber da pneumonia da senhora com 100 anos, uma familiar foi ao hospital e ameaçou tudo e todos com processos judiciais. Porquê? Porque a senhora de 100 anos tinha entrado no hospital bem (!!!) e agora tinha uma pneumonia. E se ela morresse, seriam todos processados. Todos. 

 

Ou seja, a senhora de 100 anos, que tinha sido levada para o hospital na sequência de uma fratura muito grave (mas tinha entrado bem no entender da familiar) não podia morrer. Sob pena de todos aqueles que fazem (bem) o seu trabalho serem processados.

 

Faz sentido, não faz? É o país que temos. Onde ninguém pode morrer, mas onde também muitos dos familiares de idosos que vão para o hospital ficam tristes quando esses têm alta e fazem tudo o que estiver ao seu alcance para adiar a alta.

 

Porque os idosos não podem morrer, mas depois de irem para o hospital também não podem regressar a casa.

 

Era uma vez uma sociedade podre num país chamado de Portugal.

Portugal não presta. Mas posso ser Português??

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No âmbito da minha profissão, lido com diversos estrangeiros que pretendem vir viver para Portugal (ou pelo menos adquirir a nacionalidade portuguesa). "Fogem" de países politicamente instáveis, de economias que poderiam ser muito mais fortes e de uma sensação de insegurança. Chegam à procura do Paraíso, confiantes numa economia (aparentemente) mais estável e com perspetivas positivas, e num país bem mais seguro. São atraídos pelas diversas ações de marketing que o Turismo de Portugal desenvolve no estrangeiro, pelo clima e pelas pessoas.

 

Tudo faz sentido, é legítimo, e cá estaremos para recebê-los de braços abertos, tal como desejamos que façam os habitantes dos países para onde os nossos portugueses emigram.

 

No entanto, há algo que não consigo compreender ou aceitar - as críticas ao país que os vai acolher. Sem querer generalizar, mas partindo da minha experiência, já não é o primeiro brasileiro que, ao falar comigo, critica Portugal e sua burocracia, dizendo até que somos nós, Portugueses, os responsáveis pelo mal que funciona a burocracia e política no Brasil. Porque, no fundo, fomos nós que levámos tudo para lá.

 

Já foram vários os brasileiros que me disseram: "Agora entendo porque é que o Brasil não funciona. Aprenderam com vocês."

 

Profissionalmente estou impedido de o fazer, mas a resposta que mereciam era:

- aprenderam connosco, mas foram incapazes de alterar o mal e melhorar o que têm;

- e se somos tão maus, se Portugal funciona assim tão mal, então porque é que querem vir para cá?

 

Mas isto não é uma questão exclusiva do Brasil. Já ouvi outros estrangeiros, interessados em vir para Portugal, criticando severamente o país que os vai acolher, defendendo como o país de origem é melhor.

 

Ora então porque é que escolhem Portugal???

 

Eu fico satisfeito que venham para cá, e tenho um enorme prazer em mostrar tudo o que a minha cidade e o meu país tem de tão bom. Mas não me venham dizer que isto não presta e que onde vivem é muito melhor. Para isso fiquem lá, pois assim é como alguém a morrer à fome e criticar o tipo de comida que lhe oferecem.

 

Sempre ouvi dizer que quem está bem não se muda. Ou que só se muda para melhor. 

Não havia necessidade, UNICEF...

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Há uns dias uma senhora pedia donativos para a UNICEF junto ao Corte Inglês. A minha mulher ia a passar e respondeu educadamente:

"Peço desculpa, mas agora não."

 

Nada do outro mundo, algo perfeitamente banal e repetido por muitos dos que são abordados por pessoas que estão a pedir dinheiro seja para o que for. 

 

Resposta da senhora:

"Podia pelo menos dar um sorrisinho!"

 

A sério? Ai afinal era um sorrisinho que a UNICEF precisava? Era com um sorrisinho que se conseguia ajudar todos aqueles que mais precisam e que a UNICEF tanto ajuda?

 

Eu percebo, e já escrevi aqui, que deve ser ingrato andar pelas ruas a pedir dinheiro para causas em que acreditamos e pelas quais batalhamos, e receber "nãos" constantemente. Mas a vida é assim e ninguém é obrigado a ajudar. Ninguém tem de dar um cêntimo.

 

E uma pessoa pode não dar a quem pede na rua pela UNICEF, mas contribuir frequentemente através dos outros métodos que a UNICEF disponibiliza. Como acontece connosco.

 

Já ajudámos (e muito) a UNICEF a desempenhar o seu papel essencial neste mundo. Mas ajudamos como queremos e quando queremos.

 

E se não queremos dar a quem pede na rua para a UNICEF, e respondemos com educação, não temos de levar bocas por trás.

 

Se alguém responsável pela UNICEF Portugal estiver a ler isto, veja se aprimora esta questão nas próximas reuniões com os colaboradores, porque é a vossa imagem que fica mal no fim. E muitos, com estas bocas, são bem capazes de nunca mais ajudar. É triste, mas é assim. 

Boicote a este "jornalismo" de m*rda

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Na última década e meia temos assistido a uma degradação acentuada do "jornalismo" feito em Portugal, mas nas últimas semanas tem-se batido recordes.

 

Escrevo "jornalismo" assim mesmo, entre aspas, porque na realidade esta m*erda que é feita só pode ser identificada com tal palavra por uma questão de facilitismo, porque se há coisa que isto não é é jornalismo. Tenho respeito suficiente pelos verdadeiros jornalistas e direções dos meios de comunicação para não colocar no mesmo saco estes abutres nojentos que nada mais querem do que escarafunchar a carne podre e inventar notícias.

 

Da mesma forma, tenho igual nojo por aqueles que "obrigam" jornalistas a tornarem-se nestes abutres, sob pena de ficarem sem emprego, e sinto asco por aqueles que financiam estes ditos órgãos de comunicação.

 

Alguns exemplos recentes para ilustrar esta comunidade de abutres:
- há uns dias passei por uma televisão que transmitia a CMTV e estavam a dar em direto as técnicas de reanimação a um pai que tinha acabado de salvar a filha do mar. O pai estava praticamente morto, as equipas de profissionais da saúde tentavam salvar a vida do homem, e tudo isto era transmitido ao vivo, relatado e ilustrado por frases chamativas e chocantes. Nem havia respeito pelo homem, que lutava pela vida, nem pelos seus familiares ou conhecidos;


- na TVI, a Judite de Sousa decidiu fazer uma reportagem ao lado de uma vítima de Pedrógão Grande, "gabando-se" disso mesmo. Mais uma vez, respeito zero;


- ainda a propósito de Pedrógão Grande, foram muitos os meios de comunicação que fizeram questão de mostrar em formato "non stop" os corpos no chão, de comentar as portas abertas dos carros e ilustrar o que devia ter acontecido, houve também quem fotografasse e mostrasse os animais mortos e queimados...;


- o Observador decidiu relatar histórias macabras, horrorosas e gráficas sobre as vítimas de Pedrógão Grande, com um pequeno aviso vermelho para o conteúdo possivelmente violento;


- ainda o Observador noticiou a generosa doação de Villas Boas para ajudar quem sofreu com os incêndios, mas fez em jeito de crítica, dizendo que corresponde a uma pequena parte do que recebe e podia dar muito mais.

 

Não tenho qualquer dúvida de que se tivessem acesso a imagens, haveria meios de comunicação que mostrariam os corpos incinerados sem qualquer censura. Porque o nível desta gente é desse calibre. O único intuito é arranjar o material mais chocante, mais agressivo, mais violento, para com isso conseguirem mais audiências e, consequentemente, mais dinheiro.

 

E porquê? Porque infelizmente estes "jornalistas" não são os únicos abutres. É triste, mas são muitos (mesmo muitos) aqueles que querem ver estas informações. Que querem saber ao pormenor que desgraça aconteceu. Quantas facadas o outro levou, e onde levou, se as pessoas sufocaram primeiro ou sentiram as chamas a queimar o corpo, se as pessoas tentaram fugir ou ficaram dentro dos carros, se havia crianças (é sempre melhor quando há crianças)...

 

É um "jornalismo" de m*rda, uns meios de comunicação de m*rda, e isto tudo só continua porque temos milhões que gostam desta m*rda. É esta a realidade com que não me posso contentar.

 

Passámos a viver numa sociedade onde já é banal ver mortos no chão ou pessoas assassinadas ao vivo. A desgraça está tão vulgarizada que é preciso ir cada vez mais fundo. Conseguir coisas ainda mais podres.

 

A continuar assim, não sei onde vamos chegar. Mas não vai ser bonito...

Incêndio e ajuda (inter)nacional

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Já sabia que a tragédia que tem vindo a assolar Portugal é notícia em todo o mundo, mas hoje já recebi telefonemas de clientes de Espanha, Reino Unido, Turquia e Israel apenas para saber se estava tudo bem e se podiam ajudar de alguma forma. É de facto uma tragédia que tem corrido os noticiários de todo o mundo e, no meio de tanta coisa má, é bom ver como os estrangeiros se preocupam com o que se está a passar e querem ajudar.