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Só entre nós

Só entre nós é um blog só para nós. Para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, sobre o que gostamos, ou não, sobre viagens fabulosas, restaurantes, pessoas que admiramos, ou que nos deixam os cabelos no ar, livros lidos e muito mais.

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Criticado por não ajudar o Banco Alimentar

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Eu já ajudei o Banco Alimentar por alguns anos. Tanto na sede em Lisboa, a separar as doações, como à porta dos supermercados. Tirando isso, contribuo sempre que há uma campanha. Normalmente comprando produtos no supermercado, mas já comprei vales e ajudei online. 

 

Seja como for, nem eu nem ninguém é obrigado a ajudar. Nem ninguém tem de comprar produtos no supermercado, como ninguém tem de ir ajudar a recolher produtos. 

 

Porém, nesta última campanha do Banco Alimentar, fui criticado por não ajudar. Quando na realidade tinha acabado de ajudar.

 

Fui ao Lidl com o meu filho, enchi um dos sacos do Banco Alimentar com produtos pedidos, e entreguei-o à saída. 

 

Imediatamente a seguir, fui ao Continente (mesmo em frente) comprar mais coisas, onde também estava uma equipa do Banco Alimentar que, com certeza por distração, nem me perguntou se queria um saco para contribuir. 

 

Quando ia a sair, com o meu filho ao colo, vem um menino na minha direção para recolher um saco que pensou que eu tinha no carrinho.

 

Antes de poder dizer alguma coisa, ouvi o homem que parecia ser o responsável por aquele grupo dizer ao miúdo:

 

"Não vale a pena que esse senhor não quis ajudar."

 

Apeteceu-me ir ter com ele e explicar que tinha acabado de dar noutro supermercado.

 

Apeteceu-me dizer que mesmo que não o tivesse feito, ninguém é obrigado a dar.

 

Apeteceu-me mandá-lo à merda.

 

Limitei-me, talvez erradamente, a respirar fundo e seguir em frente com o meu filho, fingindo que não tinha ouvido aquilo.

 

Percebo, porque também já estive no seu lugar, que o que mais queremos é encher carrinhos com sacos. Mas foi muito triste ouvir aquela acusação totalmente desnecessária e injusta.

Não havia necessidade, UNICEF...

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Há uns dias uma senhora pedia donativos para a UNICEF junto ao Corte Inglês. A minha mulher ia a passar e respondeu educadamente:

"Peço desculpa, mas agora não."

 

Nada do outro mundo, algo perfeitamente banal e repetido por muitos dos que são abordados por pessoas que estão a pedir dinheiro seja para o que for. 

 

Resposta da senhora:

"Podia pelo menos dar um sorrisinho!"

 

A sério? Ai afinal era um sorrisinho que a UNICEF precisava? Era com um sorrisinho que se conseguia ajudar todos aqueles que mais precisam e que a UNICEF tanto ajuda?

 

Eu percebo, e já escrevi aqui, que deve ser ingrato andar pelas ruas a pedir dinheiro para causas em que acreditamos e pelas quais batalhamos, e receber "nãos" constantemente. Mas a vida é assim e ninguém é obrigado a ajudar. Ninguém tem de dar um cêntimo.

 

E uma pessoa pode não dar a quem pede na rua pela UNICEF, mas contribuir frequentemente através dos outros métodos que a UNICEF disponibiliza. Como acontece connosco.

 

Já ajudámos (e muito) a UNICEF a desempenhar o seu papel essencial neste mundo. Mas ajudamos como queremos e quando queremos.

 

E se não queremos dar a quem pede na rua para a UNICEF, e respondemos com educação, não temos de levar bocas por trás.

 

Se alguém responsável pela UNICEF Portugal estiver a ler isto, veja se aprimora esta questão nas próximas reuniões com os colaboradores, porque é a vossa imagem que fica mal no fim. E muitos, com estas bocas, são bem capazes de nunca mais ajudar. É triste, mas é assim. 

Uma criança pediu-me comida na rua...

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Como sucede frequentemente, os dias de X acabam por se tornar meramente numa data de consumismo, sem se atender ao verdadeiro sentido do dia. Com o dia mundial da criança aconteceu o mesmo. Porém, este dia 1 de junho não serve somente para dar presentes às crianças. Não foi esse o objetivo aquando da sua criação, mas sim sensibilizar o mundo para os problemas que afligem milhões de crianças e, dessa forma, pensar em formas de solucioná-los. Os números são avassaladores. E, infelizmente, a miséria e os problemas que assolam as crianças não são exclusivos de países estrangeiros. Dentro de Portugal temos vários casos de crianças que são mal tratadas, impedidas de ter acesso a coisas básicas ou de crianças que passam fome. Como uma que conheci na semana passada.

 

Estava a andar pelas ruas de Lisboa (perto do Saldanha) quando vi uma criança ao longe que interpelava as pessoas que passavam por ele, ao mesmo tempo que apontava para o fundo da rua. Fui caminhando na sua direção, enquanto observava como todas as pessoas se afastavam e recusavam a ajudar.

 

Não sou hipócrita, por isso confesso que o meu primeiro pensamento foi: Que chatice, lá vem agora um miúdo pedir alguma coisa. Se toda a gente se afasta, vou ver se também arranjo uma forma de escapar.

 

No entanto, como não dava para "fugir", continuei a andar, convencido que o que ele estava a fazer era perguntar por indicações e ninguém lhe sabia responder. 

 

Quando me aproximei, ouvi:

"Desculpe, mas estou cheio de fome, não me podia dar dinheiro para comer?"

 

Infelizmente este não é um discurso novo para mim, nem para aqueles que andam todos os dias pelas ruas de Lisboa. Mas nunca me tinha sido dito por uma criança.

 

"Tenho 11 anos... Já estou aqui há muito tempo, mas ninguém me dá nada... Eu só queria uma torrada e um leite com chocolate. Já fui ali ao café", e apontou para o tal sítio ao fundo da rua, "mas não me quiseram dar porque não tenho dinheiro. Mas estou mesmo com fome..."

 

Senti-me mais pequenino do que ele e triste. Sempre fui muito sensível, mas depois de ter um filho tudo o que tenha a ver com crianças afeta-me muito mais. 

 

"Não te preocupes.", respondi. "Só queres mesmo a torrada e o leite?"

"Sim."

"Então vamos ao café e eu compro-te o que queres."

"Mas tem dinheiro?", perguntou-me, admirado.

"Penso que sim, mas se não tiver eu resolvo.

 

Fui então com ele até ao café, pedi ao empregado a torrada e leite com chocolate, paguei o que tinha a pagar e despedi-me do miúdo quando lhe deram a comida. 

 

Apeteceu-me perguntar onde estavam os pais dele ou porque é que não estava na escola. Mas não tive coragem. Limitei-me a perguntar se precisava de mais alguma coisa e de me afastar, deixando-o para trás sozinho.

 

Já me disseram que devia ter chamado a polícia. Talvez devesse ter feito, mas naquela altura só pensei em tirar a fome ao miúdo... Não sei se agi bem ou não, mas sei que este é um dia em que todos devemos pensar nestas situações, em vez de nos limitarmos a comprar presentes para as crianças que nos rodeiam.

Já não há paciência...

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Sem querer ofender ninguém ou qualquer associação, mas também sem ser falso: Sou só eu que estou mais do que farto daquelas pessoas que estão na rua a pedir dinheiro e abordam as pessoas de uma das seguintes formas:

Olá meu amigo, como é que vai?

Bom dia jovem!

Olá jovem simpático!

Olá, está um lindo dia, podemos falar?

Vamos passar o seu sorriso para a cara de crianças que precisam? 

Como é que vai a sua família?

Está a chover, mas eu tenho aqui um guarda chuva, não quer vir para aqui e falamos um pouco?

 

A sério? Tudo bem, estão a fazer o que lhes compete e o objetivo não podia ser mais nobre. Ajudar quem mais precisa. E o trabalho deles é extremamente ingrato, porque ninguém pára, muitos fingem não os ver (contra mim falo), às vezes levam com respostas tortas, e têm de passar os dias inteiros a tentar sorrir e falar com quem não quer nada com eles.

 

Mas esta abordagem é horrível e só me afasta ainda mais. Porque é que tentam parecer próximos? Porque é que nos tratam como se fossemos amigos de longa data? Claro que seria pior se fosse ao contrário, e só desta forma é que devem conseguir atrair a atenção de alguns, mas mesmo assim acho horrível...

 

E o facto de perseguirem, literalmente, as pessoas, também é péssimo. Chegam a serguir-nos por longos metros, a passar as estradas para o outro lado... Sempre ao nosso lado e sempre a falar.

 

Enfim, só sei que cada vez tenho menos paciência para os ouvir e já chego a fingir que estou ao telemóvel para conseguir passar por eles. Fica o desabafo...

Fui enganado e dei dinheiro...

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Existe uma mulher com, imagino, vinte e tal anos, que costuma andar pela 5 de outubro em Lisboa a pedir dinheiro a quem passa na rua. Normalmente tem um pequeno papel nas mãos que mostra a todos os que passam. Ou é uma receita, ou a lista de medicamentos que precisa de comprar ou uma lista de coisas para o supermercado.

 

Na semana passada interpelou-me, como já o tinha feito tantas vezes, e mostrou-me uma lista com o que precisava de comprar. Li pão, leite e mais umas coisas básicas. Explicou-me, praticamente a chorar, que eram quatro pessoas em casa, que todos passavam fome, que não tinham dinheiro para comer, não tinham dinheiro para nada, que eram doentes... E eu, um coração mole, acreditei na história, decidi pegar na carteira e dei-lhe 1 euro e meio. Ainda pensei ir ao Pingo Doce, a dois passos de onde estávamos, e comprar-lhe alguma coisa. Mas não tinha muito tempo e, confesso, o comodismo falou mais alto.

 

Um dia depois desta situação, ia a passear numa rua perpendicular à 5 de outubro, e encontrei-a a almoçar na esplanada de um restaurante. Achei estranho. Um dia antes estava a pedir dinheiro para comer e agora estava a comer num restaurante? Se andava a contar o dinheiro daquela forma, o mais normal seria não gastar dinheiro numa refeição completa num restaurante... A não ser que a refeição tivesse sido oferecida por alguma alma caridosa, com pena da sua situação. No entanto, verifiquei para meu grande espanto que ela estava com um smartphone na mão e a falar por vídeo chamada com outra mulher.

 

O meu espanto foi de tal forma que foi por pouco que não deixei cair o que tinha nas mãos ao chão. Espanto, raiva, tristeza...

 

Corrijam-me por favor se estiver enganado, mas uma mulher que diz que tem uma família de 4 pessoas em casa, que afirma não terem dinheiro nem para comprar medicamentos ou comida e que por isso todos passam fome e ainda são doentes, não vai almoçar a um restaurante nem anda com um smartphone a usar dados móveis para fazer vídeo chamadas, pois não?

 

Até é possível que tudo o que ela diz seja verdade, mas também é verdade que o dinheiro que ela recebe todos os dias não tem o destino que ela anuncia...

 

Enfim, fui enganado e aqui fica o aviso para quem sabe de quem estou a falar...

Vamos parar de fechar os olhos?

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Vamos direto ao assunto. Há milhões de pessoas a passar fome no mundo. Milhões de crianças. Estima-se que 795 milhões de pessoas não têm comida suficiente, e é por isso que a fome mata mais pessoas todos os anos do que o SIDA, a malária e a tuberculose combinadas. No entanto, a fome tem uma solução. E não é assim tão difícil.

 

1 em cada 7 crianças no mundo passa fome.

 

Mas sabiam que alimentar 1 criança durante 1 dia inteiro custa apenas € 0,40?

 

E sabiam que existem no mundo 2 mil milhões de utilizadores de smartphones? Ou seja, que o número de utilizadores de smartphones supera o número de crianças com fome por 20 a 1? Ou seja, que se todos os utilizadores de smartphones se unissem e dessem uma minúscula contribuição mensal deixava de haver crianças com fome no mundo?

 

Já pensou que se não tomar café 1 dia por mês, e usar esse dinheiro para fazer uma contribuição mensal de 40 cêntimos na app, estará a alimentar 1 criança durante 1 dia inteiro todos os meses?

 

Como? Através da app Share the meal, que colabora com o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas.

 

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Já não é a primeira vez que escrevo sobre a Share the Meal (podem saber tudo aqui) e certamente não será a última. Porque é um projeto em que acreditamos e um projeto que apoiamos desde que foi criado em 2015.

 

Durante 2015 ajudámos a fornecer refeições às crianças das escolas do Lesoto.

 

No final de 2015, ajudámos a reunir refeições para 20 mil crianças sírias carenciadas do campo de refugiados de Zaatari durante um ano inteiro. 

 

Começámos 2016 a apoiar 2 mil mães e os seus bebés em Homs, na Síria, durante um ano inteiro.

 

A seguir, contribuímos para ajudar 1.400 crianças sírias de três a quatro anos que se encontravam refugiadas em Beirute.

 

1.500 crianças refugiadas sírias no Vale Bekaa do Líbano, a viver em condições terríveis, receberam também assistência alimentar durante um ano inteiro graças a esta app.

 

Ainda em 2016 fizemos parte do grupo que conseguiu angariar refeições escolares a 58 mil crianças no Malawi.

 

E em 2017 começámos a ajudar a alimentar 25 mil crianças nos Camarões.

 

No total, a Share the Meal partilhou até agora mais de 11 milhões de refeições desde 2015.

 

Como infelizmente continua a haver quem necessita da nossa ajuda, surgiu agora uma campanha de emergência.

 

A fome foi declarada no Sudão do Sul. Mais de metade da população necessita urgentemente de assistência alimentar, agrícola e nutricional. O objetivo é conseguir 1 milhão de refeições no menor espaço de tempo possível. 

 

Por mais que nos pareça impossível, podíamos ser nós a precisar desta ajuda. Podiam ser os nossos filhos a passar fome.

 

Vamos parar de fechar os olhos? A app é gratuita, e a doação não podia ser mais simples. 

 

Com €0,40 pode alimentar 1 criança durante 1 dia.

Com €2,80 alimenta 1 criança durante 1 semana.

Com €12,00 alimenta 1 criança durante 1 mês.

Com €36,00 alimenta 1 criança durante 3 meses.

Com €146,00 alimenta 1 criança durante 1 ano.

 

São estas as possibilidades de doação na app. Dê pelo menos €0,40. O que é que são 40 cêntimos?

E se puder, faça-o todos os meses. Bebe café? Então um dia por mês não beba um café e utilize esse dinheiro para alimentar uma criança durante um dia inteiro. Pode ser?

 

Obrigado.

Share the Meal (podem saber tudo aqui)

Jogas Pokémon Go? Vem salvar-me!

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Os rebeldes do Exército Livre da Síria arranjaram uma nova forma de chamar a atenção para a guerra civil na Síria, pedindo a todos aqueles que jogam Pokémon Go para dar mais atenção às crianças Sírias, que tanto sofrem, do que aos Pokémon.

 

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"Vem salvar-me!", pedem as crianças nos cartazes que seguram. 

 

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250.000 crianças sofrem maus tratos na Síria e desde 2004 já foram mortas 4.200 crianças.

 

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A ideia é incentivar o mundo ocidental a ir salvar crianças sírias, em vez de Pokémons. Já explicámos no blog como ajudar as crianças Sírias, e nunca é demais fazer mais um apelo. Saibam mais aqui.

 

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Notícia daqui.

Não nos podemos esquecer...

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Último post de Gonçalo Queiroz, no Facebook:

Ola a todos, sabemos que há pessoas que estão a sofrer connosco e pedimos desculpa por falta de informações, o dia de ontem foi muito intenso e hoje vai ser um dia crucial para ver se a Gui é transferida de hospital.

Ontem só conseguimos estar com a Gui poucos minutos porque estivemos o dia todo a tentar fazer a transferência da nossa filha para outro hospital...
Como sabem o hospital pediu-nos uma garantia de 50 mil euros, fizemos o apelo como pais desesperados e fiquei a pensar:

- "Se eles nos estão a fazer isto agora quem me garante que para a semana não vão fazer o mesmo e exigir mais 50 mil euros?"
E foi-nos confirmado pela contabilidade que sim, que nos iam pedir mais um cheque na próxima semana desse montante! Então a transferência dela tornou-se uma prioridade...

Para transferir a bébé precisavamos de fazer chegar o relatório ao hospital pretendido.

Fomos visitar o Latifah Hospital levamos connosco o relatório medico e foi-nos informado que o procedimento depende do tal relatório medico e o mesmo não pode ser apresentado pelos pais.

Informaram-nos que se o relatorio chegasse ao Latifah antes das 14 horas que a menina poderia ser transferida no mesmo dia...
Voltamos ao City Hospital para enviarem o relatorio para o Latifah e as 11 horas disseram-nos que tinham enviado. As 13 horas o Sr embaixador informa-nos que ainda não tinha chegado nenhum relatorio ao Latifah, pressionamos o City hospital para enviar o relatorio medico da Gui.

Ficamos desesperados... Na Embaixada tambem queriam fazer chegar o relatorio o quanto antes, eles poderiam ver o processo e ela ser transferida ainda hoje para o Latifah Hospital... como já eram 13:20 o Gonçalo enviou ao Sr Embaixador por fax o relatório que tínhamos da noite anterior... e as 14:05 foi entregue o relatório por parte do City Hospital para o Latifah Hospital.

Telefonicamente o Sr Embaixador disse que só nos restava aguardar que depois nos dava noticias...

Então fomos tratar do outro ponto importante... o dinheiro, fomos à contabilidade e informamos que queríamos tirar a menina que não tínhamos os 50 mil, então o sr foi falar com o Director, comunicou-nos depois que tínhamos que pagar 10 mil euros da conta da Gui e assinar um termo de responsabilidade em como vamos la ate ao final da semana pagar o resto.

Depois disto fomos ao Latifah Hospital saber como estava a nossa situação se a menina ia ou não ser transferida e a medica de serviço disse que não sabia nada do caso... Ficamos desesperados... LIGÁMOS ao Sr Embaixador por volta das 18h30 para saber como estava com a transferência...

Ele disse-nos que ainda não sabia de nada que talvez amanhã... Somos pais!!!

É a nossa filha... ficámos á espera porque pensávamos que essa parte estava a ser assegurada pelo ESTADO/EMBAIXADA e ninguém se designou a acalmar o coração e o stress da situação dos pais...

Os custos no Latifah para um bebé como a Margarida, são cerca de 800€ por dia! Mais os extras que isso possa ter.

De momento verificamos que muita coisa se fala mas que isso na realidade não se traduz em ações.

Queremos que haja uma responsabilidade e um apoio mais convicto e com mais opçoes/soluçoes. Estamos sozinhos ainda ninguem veio ter connosco pessoalmente...

E isto é uma situação de agressividade psicologica extrema para nós pais, que nao sabemos gerir sozinhos! Deveriamos estar concentrados a ver a nossa filha e andamos de um lado para o outro.
Precisamos de encontrar uma solução para este grave problema que até ao momento ainda nada foi feito para ser revolvido!

Já passaram 7 dias nada foi feito, por isso queremos APELAR aos políticos portugueses que estão a trabalhar para resolver este caso que o façam de forma URGENTE!

Precisamos de uma solução URGENTE para esta questão. Por favor!

Só queremos que a menina seja transferida, não conseguimos viver com esta pressão todos os dias sem saber o que mais vai acontecer...

Graças a todos vocês só ontem conseguimos angariar para a Margarida mais 30000 euros, temos connosco 60000 euros para pagar as contas dos hospitais, não sabemos como agradecer tamanha generosidade, porque se não fossem vocês estavamos aqui sozinhos abandonados e a pensar ainda como iamos fazer a nossa vida para pagar estes tratamentos...

Muito obrigada por tudo... Em nosso nome e dos nossos filhos, agradecemos a todos... Deus existe... A humanidade existe... Obrigada

Torçam connosco para que consigamos transferi-la hoje... vamos agora ao Latifah pedir outra vez...

 

Não nos podemos esquecer da pequena Margarida e destes pais que têm sofrido tanto. O dinheiro, infelizmente, ainda não é suficiente e, por isso, nós vamos ajudar novamente com mais uma transferência. Se puderem, ajudem também. Nunca sabemos quando podemos ser nós a precisar.

Vamos ajudar a pequena Margarida e os seus pais?

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Muitos de vós já devem ter lido sobre o drama desta família no blog da Pipoca, ou ouvido no Telejornal de ontem, mas nunca é demais escrever mais um post.

 

Genny e o marido decidiram emigrar em busca de um futuro melhor, como tantos milhares de portugueses. O destino foi o Dubai, onde Genny acabou por engravidar.

 

Porém, tudo mudou anteontem. Devido a um estado de pré-eclampsia, a Genny teve de ser sujeita a uma cesariana de emergência e a pequena Margarida nasceu às 25 semanas, com apenas 410 gramas. E como se isso não fosse suficiente, o seguro que os pais fizeram no Dubai não cobre estes custos hospitalares (devido à extrema prematuridade), que são de aproximadamente mil euros por dia, para cada uma, mãe e bebé

 

Os pais, infelizmente, não podem suportar tamanha despesa e, aparentemente, nada pode ser feito a nível político ou diplomático, o que faz com que dependam da sorte e solidariedade.

 

Porque este é um caso dramático, que se agrava a cada dia que passa, vejam aqui como ajudar esta família:

https://www.facebook.com/ajudar.genny.gui?fref=photo

 

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Nós já ajudámos. Se puderem, ajudem também, mesmo que seja com pouco.