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Só entre nós

Só entre nós é um blog só para nós. Para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, sobre o que gostamos, ou não, sobre viagens fabulosas, restaurantes, pessoas que admiramos, ou que nos deixam os cabelos no ar, livros lidos e muito mais.

Só entre nós

Só entre nós é um blog só para nós. Para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, sobre o que gostamos, ou não, sobre viagens fabulosas, restaurantes, pessoas que admiramos, ou que nos deixam os cabelos no ar, livros lidos e muito mais.

Acessórios para um homem de fato e gravata

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Há quase 9 anos que visto diariamente fato e gravata. Com exceção dos fins de semana, é esta a minha "farda". 

 

E a ideia que muitos têm de que é aborrecido vestir fato e gravata diariamente não podia estar mais errada. Principalmente agora, que não faltam acessórios e variedade para complementar um fato e gravata.

 

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Sempre gostei de botões de punho e relógios, e eram esses os únicos acessórios que usava (para além da gravata, cuja coleção pessoal já ultrapassa as 60 unidades). Mas recentemente "descobri" as molas de gravata (que tanta falta fazem, principalmente nestes dias de vento),  os alfinetes de lapela, os lenços de bolso e os suspensórios.

 

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Sim, aquele acessório "old fashioned" ou tendencialmente usado por pessoas mais gordas. Comecei a usar suspensórios no final do ano passado (por influência da personagem Aaron Shore em Designated Survivor) e agora praticamente não há dia em que não os use. E já se começa a ver a moda a reaparecer.

 

Cada vez há mais lojas que começam a dar destaque aos suspensórios. E aos lenços, alfinetes de lapela, molas de gravata...

 

Mesmo assim, nunca é fácil encontrar grande variedade. Felizmente descobri a TRENDHIM, loja online especialista em acessórios para homem e joalharia, e foi como se tivesse chegado ao paraíso dos acessórios.

 

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Botões de punho? Há 337 botões diferentes em stock.

 

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Alfinetes de lapela? 199.

 

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Gravatas? 380, de todas as cores possíveis!

 

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Lenços de bolso? 312 (!!!)

 

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Suspensórios? 65

 

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Molas de gravata? 366!!

 

A variedade é tremenda. E o melhor de tudo é que os os envios são gratuitos, tal como as devoluções, dá para escolher por categoria e, dentro de cada uma, por cor (extremamente util!), entre outras opções. E ainda têm dicas para cada tipo de acessório ou "looks da semana".

 

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Para terminar, resta dizer que a loja não se fica por estes acessórios Também vendem pulseiras, anéis, óculos de sol, malas, relógios, malas, chapéus, brincos, produtos para a barba... Enfim, tudo o que quiserem a TRENDHIM tem. E se subscreverem a newsletter, ainda têm acesso a descontos exclusivos. Simples. 

 

Eu não resisti e já encomendei alguns acessórios. Depois partilho por aqui. 

A Abercrombie&Fitch vai mudar

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É verdade. A Abercrombie&Fitch vai mudar. E muito.

 

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Vai deixar de haver modelos semi-nus à porta das loja, o marketing deixará de ser sexualizado, a "farda" dos funcionários vai ser substituída, as lojas vão passar a ser mais iluminadas, ter um cheiro menos intenso e, segundo fizeram constar, os funcionários vão deixar de ser escolhidos com base no tipo de corpo ou atração física.

  

 

Os blogs e o glamour da juventude

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Nos tempos que correm, esta coisa dos blogs está mais na moda que nunca. Já começa a ser difícil encontrar alguém entre os 20 e os 40 anos sem um blog.

 

E a maioria dos blogs mais famosos são de senhoras nesta faixa etária que deslumbram os leitores com todo o glamour das suas vidas: o vestidinho da moda, os sapatinhos de sola encarnada, o pedido de casamento, o vestido de noiva, a despedida de solteira, o apartamento no centro da capital, a casinha de sonho junto à praia, a barriguinha a crescer na primeira gravidez (e depois na segunda, na terceira e até na quarta!), o babyshower, os primeiros passos dos petizes, as proezas do cachorrinho, os jantares nos restaurantes da moda, as viagens sucessivas a Paris, Londres, Nova Iorque, Maldivas e toda uma panóplia de lugares encantadores espalhados pela velha Europa e pelo mundo inteiro...

 

E, pelo meio disto tudo, a maioria ainda consegue trabalhar, muitas como empresárias, o que deixará nas 24 horas de um dia normal, talvez umas 5 horitas de sono para repor a beleza!

 

Por esta altura, a maioria dos que ainda me estão a acompanhar, estará já a pensar que este é mais um texto invejoso de alguém que lamenta não ter uma vidinha igual a estas. A verdade é que, ainda que talvez com menos glamour do que transparece destes blogs, a minha vida não é assim tão diferente destas.

 

Onde quero então chegar com este texto? Bom, ultimamente tenho dado comigo a pensar o que será destes blogs cheios de glamour daqui por 30 anos? Sim, do que falarão estas senhoras depois de deixarem de trabalhar, quando já não tiverem pedalada para viagens à volta do mundo, quando os filhos forem adultos e os netos já andarem na escola, quando os vestidinhos da moda já não assentarem na perfeição e a reforma, se existir, for metade do ordenado de hoje em dia?

 

Ainda haverá motivo para escreverem nessa altura? Ou serão relegadas para segundo ou terceiro plano, substituídas pelas jovens mães do momento? Haverá leitores, da mesma faixa etária, interessados em conhecer as proezas dos netos, quais os melhores cremes antirrugas, os melhores spas para a terceira idade, os dissabores do amor depois da menopausa?

 

Na minha opinião, leitores haverá sempre para todos os assuntos, sobretudo se se identificam com o que se escreve. Aquilo que me custa mais a acreditar é que a maioria destas bloggers se aguente a escrever depois do glamour da juventude ter passado. Mas como esta curiosidade só será satisfeita daqui por 30 anos, resta-me esperar para ver o que acontece e até lá tentar desfrutar o mais possível da leitura destes blogs e da minha própria juventude!

O que vestir nos restaurantes Michelin - versão masculina

  

Quando visitámos o nosso primeiro restaurante de estrela Michelin, Belcanto (sobre o qual escrevi aqui), já lá tínhamos estado aquando da sua abertura, ou seja, antes de estrela, e, em nenhuma das vezes, fui de fato e gravata. Nem ao almoço nem ao jantar. Apesar do ar formal do espaço, considerei que ir de camisa, calças e blazer era o adequado. Tal como esperado, não me senti deslocado com a roupa escolhida, uma vez que a maioria dos homens presentes estava mais semi-formal do que formal.

 

O mesmo estilo foi escolhido para ir ao Vila Joya, de duas estrelas Michelin, e 22º melhor restaurante do mundo (sobre o qual escrevi aqui). Se num restaurante de uma estrela tinha ido de blazer, num de duas não podia ser de outra forma. Ainda por cima, tanto no site, como durante a reserva por telefone, fui informado que o estilo de vestimenta era formal. Porém, olhando à volta, apercebi-me que o estilo seguido pelos outros clientes era mais casual do que formal, talvez por causa da sua localização praticamente em cima da praia.

 

Ainda no parque de estacionamento, pude observar um cliente, junto ao carro, em tronco nu e calções, a sacudir a areia dos pés e a mudar de roupa para um pólo, calças e ténis. Cliente esse que não teve qualquer problema ao entrar no restaurante. Na mesa ao nosso lado, também estava outro homem de pólo.

 

Contrariamente ao esperado, até no Azurmendi, de três estrelas Michelin (sobre o qual escrevi aqui), onde a formalidade seria ainda maior, não faltavam homens de pólo ou até de t-shirt, tal como verificámos no Roca Moo, de uma estrela Michelin (sobre o qual escrevi aqui), ou no Eleven, também de uma estrela (análise aqui).

 

Ou seja, é claro que havia homens de fato e gravata, ou de camisa e blazer, como eu, mas muitos optaram por um estilo mais casual, sem que isso lhes causasse algum problema à entrada nos restaurantes. 

 

Por isso, se está a pensar visitar um restaurante estrelado, vista-se como se sentir melhor e não se sinta obrigado a vestir fato e gravata. Dispense apenas os calções e chinelos, por favor...

Pantera cor-de-rosa

 

Sim, os fones de antigamente estão de volta. Quanto maiores, melhores. E mal de quem decida ouvir música com aqueles fones praticamente invisíveis que, até há pouco tempo, eram perfeitos. 


Mas, só entre nós, não é um pouco de mais para um homem, com cerca de 40 anos, ter uns fones cor-de-rosa gigantes na cabeça? Atenção que eu não tenho qualquer problema em vestir as minhas camisas ou pólos rosa. Mas meter uns fones cor-de-rosa gigantes na minha cabeça, já acho que é demais... Mas está na moda!

 

Ámen

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