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Só entre nós

Só entre nós é um blog só para nós. Para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, sobre o que gostamos, ou não, sobre viagens fabulosas, restaurantes, pessoas que admiramos, ou que nos deixam os cabelos no ar, livros lidos e muito mais.

08
Set17

Quadro da semana #14 (Joan Miró)

Só entre nós

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A propósito da inauguração da coleção de Miró no Palácio da Ajuda em Lisboa (que previamente esteve em Serralves), o quadro de hoje é uma das magníficas obras de arte em exposição. Mulher e pássaro numa paisagem. Para ver durante os próximos meses no Palácio da Ajuda.

18
Ago17

Está na hora de acabar com estes massacres

Só entre nós

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De que é que adianta enviar votos de pesar?
Telefonar para os soberanos dos outros países a mostrar solidariedade?
Disponibilizar ajuda?
Fazer marchas pela paz?
Decretar dias de luto nacional?
Debater durante horas/dias em todos os canais de televisão o que aconteceu?

 

De que é que adianta fazerem isto tudo, quando depois em 13 meses há 8 atentados? Quase um por mês. Mais de cem mortos. Centenas de feridos. O que é que precisa de acontecer para começarmos efetivamente a combater isto?

 

Eu sei que a maioria dos atentados é evitada graças aos esforços das nossas polícias e às ajudas de outras forças internacionais. Sei bem que os responsáveis não estão parados a assistir a estes massacres. Mas não poderia ser feita mais qualquer coisa?

 

Mais câmaras de vigilância. Em todas as ruas, todas as esquinas, com equipas a controlar as imagens 24/7 em direto. Permitia ver comportamentos suspeitos e, mesmo que não evitasse um atentado, permitiria seguir alguém ou alguma viatura. E serviria também para outros crimes que não atos terroristas. Tem custos elevados, evidentemente, e nada é 100% eficaz, mas serviria como um elemento atenuante e evitaria muita porcaria, de certeza.

 

Maior controlo das comunicações. Eu não tenho nada a esconder. Por isso não me importava que controlassem chamadas, mensagens, e-mails, tráfego na internet, etc. É uma invasão da privacidade? Sim. Um abuso? Sim. Mas se isso ajudasse a evitar atentados, então força.

 

Controlo da Dark web. Nenhuma muralha é 100% impenetrável. E de certeza que há muitas pessoas disponíveis, a troco de um salário, claro, para conseguir entrar nos meandros da Dark web. Como já acontece, eu sei, mas não é suficiente. Parece que nunca dá para estarmos à frente de quem quer mal, mas deve dar para estar mais à frente do que estamos agora, de certeza.

 

Controlo nas fronteiras terrestres. Esta ideia de fronteiras abertas e tudo como uma espécie de espaço único é muito bonita, mas num mundo cor de rosa. E o nosso mundo está bem mais preto do que rosa. Está na hora de controlar os acessos terrestres. Fechar fronteiras. Controlar efetivamente quem entra e sai.

 

E não só. Controlar quem não é nacional, entra e cá fica. Basta andar por Lisboa (e tantas outras cidades) para encontrar pessoas que de certeza absoluta não têm visto válido. Estão cá ilegais. São esses a causa do terrorismo? Provavelmente não. E os autores de atentados não podem ser locais? Claro que sim.

 

E tudo isto que eu escrevi não representa uma diminuição dos nossos direitos? Daqueles direitos que não tínhamos e que tantos sofreram para reconquistar? Não vai contra a nossa Constituição e ideias europeus? E não poderão estas ideias dar azo a outras mais restritivas? Sim. Claro que sim.

 

Mas todos concordamos que o nosso mundo não é o mesmo de há 20 anos. Nem de há 2 anos. E se nada for feito, vão continuar a aparecer animais capazes das maiores atrocidades. Nos nossos países. Nas nossas cidades. Nas nossas casas. A atacar os nossos nacionais. Os nossos conhecidos. As nossas famílias. Os nossos filhos.

 

Está na hora de acabar com estes massacres.

16
Ago17

Taxistas e condutores da Uber (e outros do mesmo género)...

Só entre nós

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Taxistas e condutores da Uber (e outros do mesmo género), por favor não fumem dentro dos carros! Pode ser? E fumar com a janela aberta não conta, está bem? A porcaria do cheiro e fumo acaba por entrar no carro.

 

E não venham com a conversa de que têm de trabalhar X horas seguidas e precisam de fumar... Aproveitem essas X horas de trabalho seguido e deixem de fumar de uma vez por todas! Acreditem que só vos vai fazer bem! 

 

Obrigado.

P.S. Andei num Uber que tresandava a cigarro. É claro que a nota não foi grande coisa. 

11
Ago17

Fiz um louvor a uma funcionária das Finanças

Só entre nós

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Há uns dias fiz um um louvor a uma funcionária de um Serviço das Finanças de Lisboa e a funcionária ficou extremamente emocionada e agradecida. Segundo ela, em mais de 15 anos de serviço nunca tinha recebido um louvor por parte de um cliente. E porquê? Porque as Finanças são um bicho papão, os seus funcionários também, nunca nada corre bem e nunca ninguém sai satisfeito (segundo ela).

 

Mas a verdade é que já fui atendido por ela quatro vezes e foi sempre tão atenciosa, tão prestável e tão profissional, que era indecente não lhe fazer um louvor. E atenção, nem sempre saí de lá satisfeito com o resultado, porque não foi aceite o que pedi. Mas em termos de trabalho, a senhora foi impecável.

 

Houve logo quem me dissesse que isso não lhe vai trazer qualquer consequência positiva, mas para mim o mais importante é mostrar ao funcionário que estamos agradecidos pelo seu trabalho e, mais importante ainda, informar as entidades superiores disso mesmo.

 

E sabem que mais? Poucos dias depois tinha uma carta na minha caixa do correio da Autoridade Tributária a dizer que tinham recebido o meu louvor, que era muito importante que os contribuintes o fizessem, e que vão ter em consideração o exposto na avaliação da funcionária.

 

Conclusão? Se estão satisfeitos com o trabalho de alguém, deixem um elogio/louvor. Mesmo que não sirva para nada, serve pelo menos para o funcionário se sentir motivado para continuar a fazer um bom trabalho. Eu num mês fiz 4 elogios porque tive a sorte de encontrar bons funcionários. Se tiver a mesma sorte, não deixe de elogiar. Todos nós gostamos que digam que trabalhamos bem.

03
Ago17

A eventual força de um post

Só entre nós

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Ontem escrevi um post, que não queria escrever, sobre a minha má experiência no restaurante o Nobre no Campo Pequeno, da Chef Justa Nobre.

 

Em poucos minutos, começaram a aparecer comentários em todas as redes sociais e no blog. Todos a darem-me razão. A lamentar a falta de qualidade. O mau atendimento. O snobismo existente. Os preços excessivos face à qualidade apresentada. No fundo, a desilusão. E, aparentemente, não é algo recente. Há quem já tenha tido a mesma má experiência há uns anos.

 

As visualizações começaram a ganhar números incríveis e, em 24 horas, o blog foi visitado por 15 mil pessoas por causa do post. Repito, 15 mil num dia.

 

Escrevi o post sem o querer escrever, mas depois de tantas visitas, comentários, partilhas e agradecimentos pela "coragem", pelo trabalho, imparcialidade, e por chamar a atenção de algo que está mal, percebo que nunca mais devo hesitar. 

 

Não desejo o mal do restaurante, da equipa ou da Chef. Mas espero que este singelo blog consiga pelo menos mudar algo num restaurante que, em princípio, tinha tudo para ser ótimo, mas que está longe de o ser. Duvido que isso aconteça, mas nunca se sabe. 

02
Ago17

Restaurante O Nobre - o post que não queria escrever

Só entre nós

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Existem restaurantes sobre os quais preferia não escrever. Porque gosto do Chef e seu trabalho, porque adoro o restaurante ou porque sei que existem dias maus. 

 

Neste caso, não queria escrever sobre o restaurante O Nobre (Campo Pequeno) porque respeito muito o trabalho da Chef Justa Nobre e porque já tive a oportunidade de a entrevistar e conhecer pessoalmente.

 

Mas a verdade é que se quero ser imparcial, e ter um blog imparcial (como tanto insisto), não posso limitar-me a fazer elogios.

 

Apesar de passar frequentemente em frente do Nobre, e de já lá ter estado há uns anos para entrevistar a Chef Justa Nobre, nunca lá tinha ido comer. E, honestamente, preferia que tivesse ficado assim. 

 

Todos estavam presentes. A Chef Justa estava na cozinha e andava pelas mesas, o seu marido controlava a sala, a irmã da Chef Justa estava na cozinha... Enfim, não faltava ninguém. A equipa estava completa para servir o que se esperava. Uma ótima refeição. Porém, nem a comida agradou nem o serviço.

 

Ao entrar e dizer o nome da reserva, o empregado assobiou e chamou com o som de beijinhos outro empregado para nos acompanhar até à mesa. Não estava à espera de um serviço à Belcanto, mas também não esperava encontrar um ambiente de tasca (não estou a criticar, vou de vez em quando a "tascas" e não me incomoda o estilo, mas "cada macaco no seu galho").

 

Chegados à mesa, mal se conseguia ver a toalha com a quantidade de entradas que já lá estavam. Não é algo de que gosto, pois obriga o cliente a fazer uma escolha, quando não o tinha de fazer, e acaba sempre por ser constrangedor recusar aquilo tudo. E há entradas que por estarem tanto tempo na mesa à espera já não estão tão bem como deveriam estar na hora de serem consumidas pelos clientes. Ficámos apenas com algumas entradas e não houve nada que nos deixasse rendidos.

 

Chegou a hora de fazer o pedido. Uma sopa de santola, um prato de carne e um prato de peixe.

 

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A sopa de santola estava efetivamente muito boa, apesar de ter demorado quase meia hora para ser servida(!!). Mas confirmei aquilo que já tinha lido tantas vezes.

 

Já os pratos de carne e peixe (que também demoraram imenso tempo para ser servidos) deixaram muito a desejar. Não só porque não deslumbraram (nem nos sabores, nem nas combinações ou apresentação), mas acima de tudo por causa das diferenças de temperatura. Esparregado frio? Batatas mornas?

 

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Faltou atenção na cozinha e, na realidade, ficou a faltar "mão" nos pratos. Que era exatamente aquilo que não deveria faltar ao se ter como Chef a Justa Nobre. Ainda por cima face aos preços apresentados.

 

No fim, o desânimo era tal que nem houve pedido de sobremesa ou café. Foi só pagar a conta (alta para o que se comeu) e desejar ter escolhido outro restaurante. 

 

Em relação ao ambiente, a sala estava cheia e havia demasiado barulho. Mas isso é algo normal e expectável num restaurante cheio. O que não era expectável era sair tão desanimado. A não voltar.

 

Para terminar, a reserva do almoço foi feita via The Fork, supostamente com 30% de desconto sobre o preço final. Adivinham qual foi o desconto final? 0%.

24
Jul17

Informação Top Secret (não digam a ninguém...)

Só entre nós

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Há 5 anos um familiar muito próximo, e que se move entre pessoas com muito poder em Portugal, contou-me que ia haver um sismo em Lisboa no dia seguinte, com proporções gigantescas, ao estilo de o de 1755. A notícia tinha-lhe sido dada por uma fonte extremamente segura (e importante) e pedida alta confidencialidade para evitar um pânico generalizado entre a população. O meu familiar só soube por causa da forte amizade que tinha com a fonte, e decidiu contrariar o secretismo avisando os familiares mais próximos e exigindo confidencialidade. 

 

Apesar desse familiar ter decidido fugir de Lisboa com a família, e da suposta importância da fonte, decidi armar-me em macho, ignorar o aviso e ir trabalhar no dia seguinte como normal, no prédio onde trabalho (que é quase contemporâneo do sismo de 1755, ou seja, é um verdadeiro caixão vertical).

 

Como é evidente, não houve nenhum sismo em Lisboa de proporções catastróficas nos últimos longos anos.

 

Toda esta minha experiência, e arrependimento por ter contado a um colega meu, já foi contada por mim neste post (que ainda hoje me faz rir quando leio).

 

Terminei esse meu post escrevendo que numa situação idêntica, só havia duas hipóteses. Ou fugia para salvar a pele, ou ficava e não falava com ninguém. 

 

Por isso, quando há umas semanas voltei a ser avisado de uma desgraça eminente em Lisboa, não hesitei e fiquei por uma destas duas hipóteses.

 

Outro familiar, igualmente próximo e com conhecimentos ao mais alto nível, foi informado por alguém com poder em Portugal que havia dois terroristas conhecidos no país e que havia planos para fazer um atentado terrorista nas próximas horas/dias em Lisboa. 

 

Todo o Governo e entidades estavam em alerta máximo e a tentar descobrir o paradeiro destes terroristas para evitar o tal ataque terrorista.

 

Mais uma vez foi pedido sigilo absoluto para evitar um pânico entre a população. 

 

Perante a notícia, decidi imediatamente com a minha mulher que não íamos alterar nada na nossa vida. Nem iríamos contar a ninguém. Um atentado terrorista (e no fundo tal como um sismo) pode acontecer a qualquer altura em qualquer lado. E não havia nada que pudéssemos fazer que garantisse a nossa segurança. 

 

Quando é que seria o atentado? Íamos tirar férias indefinidamente? Íamos andar só em zonas não turísticas? Íamos fugir? Nada fazia sentido. Se tivesse de acontecer, iria acontecer. Mesmo quando logo a seguir soubemos da notícia do roubo de armas, mantivemos a nossa decisão. 

 

Mas o que me deixa mais curioso, é saber se de facto tanto num caso como noutro houve mesmo alertas deste género entre as chefias em Portugal, ou se tudo não passou de loucura/histeria das fontes. 

 

E se é suposto ser tudo extremamente confidencial, porque é que contam a todos os que os rodeiam? É que basta um contar a alguém muito próximo, para esse contar aos seus mais próximos, e por aí adiante. Ou seja, se querem evitar pânico e caos, talvez seja melhor manterem tudo o mais secreto possível.

 

No final de contas, não houve qualquer atentado terrorista em Lisboa (apesar de ser algo que, lamentavelmente, não é improvável de acontecer). Ou foi porque apanharam as pessoas a tempo, ou porque ainda vai ser, ou porque tudo não passou de mais um boato. 

 

Seja como for, já começo a ficar farto destes alertas Top Secret de fontes altamente seguras. É que qualquer dia acontece como na história do Pedro e do lobo...

 

22
Jul17

O melhor restaurante do mundo é... português!!

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A conceituada revista Monocle elegeu o Bistro 100 Maneiras como o melhor restaurante do mundo. 

 

Parabéns ao Chef Ljubomir Stanisic e a toda a sua equipa. É um feito incrível! Segue a lista dos 10 melhores restaurantes do mundo segundo a Restaurant Awards 2017:

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26
Jun17

Não havia necessidade, UNICEF...

Só entre nós

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Há uns dias uma senhora pedia donativos para a UNICEF junto ao Corte Inglês. A minha mulher ia a passar e respondeu educadamente:

"Peço desculpa, mas agora não."

 

Nada do outro mundo, algo perfeitamente banal e repetido por muitos dos que são abordados por pessoas que estão a pedir dinheiro seja para o que for. 

 

Resposta da senhora:

"Podia pelo menos dar um sorrisinho!"

 

A sério? Ai afinal era um sorrisinho que a UNICEF precisava? Era com um sorrisinho que se conseguia ajudar todos aqueles que mais precisam e que a UNICEF tanto ajuda?

 

Eu percebo, e já escrevi aqui, que deve ser ingrato andar pelas ruas a pedir dinheiro para causas em que acreditamos e pelas quais batalhamos, e receber "nãos" constantemente. Mas a vida é assim e ninguém é obrigado a ajudar. Ninguém tem de dar um cêntimo.

 

E uma pessoa pode não dar a quem pede na rua pela UNICEF, mas contribuir frequentemente através dos outros métodos que a UNICEF disponibiliza. Como acontece connosco.

 

Já ajudámos (e muito) a UNICEF a desempenhar o seu papel essencial neste mundo. Mas ajudamos como queremos e quando queremos.

 

E se não queremos dar a quem pede na rua para a UNICEF, e respondemos com educação, não temos de levar bocas por trás.

 

Se alguém responsável pela UNICEF Portugal estiver a ler isto, veja se aprimora esta questão nas próximas reuniões com os colaboradores, porque é a vossa imagem que fica mal no fim. E muitos, com estas bocas, são bem capazes de nunca mais ajudar. É triste, mas é assim. 

16
Jun17

Compra o que vendo, mas não olhes para mim!

Só entre nós

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Em primeiro lugar, não tenho nada contra os gordos, nem contra os magros, nem contra os "normais". Este post é apenas sobre uma questão de marketing.

 

Há uns dias passei por uma banca junto a um Pingo Doce onde uma senhora gorda (sem ofensa) fazia publicidade a um produto que prometia uma perda de 6 quilos num mês e ventre liso.

 

Serei só eu a achar isto estranho? Atenção que a senhora não era "um pouquinho gorda". Nada disso, era mesmo bem obesa. 

 

Onde é que está o marketing deste produto? Só vejo 3 hipóteses:

- Ou ela era bem mais gorda e está a passar o testemunho de como já perdeu peso (mas só quem a conhece é que sabe);

- Ou querem mostrar diariamente os efeitos do produto e a pessoa tem de lá passar todos os dias para poder comprovar os resultados (pela campanha de marketing para obrigar as pessoas a passar pelo Pingo Doce diariamente);

- Ou estava a substituir uma colega à hora de almoço...

 

Já sei que muitos vão dizer:

Mas qual é o mal dela ser gorda?

Tens alguma coisa contra os gordos?

Fez-te assim tanta diferença?

Mas os gordos agora não podem trabalhar?

Os gordos não têm os mesmos direitos dos magros?

Vai à m#rda!

 

Mas a verdade é que isto é estranho... No fundo é como haver:

- uma pessoa cheia de acne a vender produtos para acabar com o acne;

- carecas a convencer os outros que têm um produto que devolve o cabelo em 3 dias;

- uma mulher cheia de celulite a vender um creme miraculoso contra a celulite;

- um homem a vender repelentes para as melgas e cravejado de picadas desde a ponta do cabelo à unha do dedo grande do pé...

 

Enfim, tudo meio estranho, não? Se querem vender um produto que deixa o ventre liso, então arranjem uma mulher com o ventre liso. Caso contrário duvido que haja alguém que compre o produto. Isto do marketing já não é o que era... Volta Don Draper! Estás perdoado!