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Só entre nós

Só entre nós é um blog só para nós. Para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, sobre o que gostamos, ou não, sobre viagens fabulosas, restaurantes, pessoas que admiramos, ou que nos deixam os cabelos no ar, livros lidos e muito mais.

Só entre nós

Só entre nós é um blog só para nós. Para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, sobre o que gostamos, ou não, sobre viagens fabulosas, restaurantes, pessoas que admiramos, ou que nos deixam os cabelos no ar, livros lidos e muito mais.

Aloendros fatais

 

Há muitos anos que convivo com aloendros. Na casa onde morei antes da atual, na casa dos meus pais, ou na casa de férias, sem falar nos milhões de aloendros espalhados por todo o país. E nunca vi qualquer perigo ou problema. Pelo contrário. Sempre adorei aloendros. As folhas são bonitas, as flores duram imenso tempo, e não precisam de muita água nem cuidado.

 

Contudo, depois de tantos anos, disseram-me que bastava uma folha de um aloendro para matar um adulto de 80kg. É claro que a minha primeira reação foi de total descrença. Para já, nunca tinha ouvido falar em aloendros venenosos. Depois, tudo o que eles menos parecem é ser perigosos. E, por fim, uma única folha é assim tão potente que é capaz de matar uma pessoa? A sério?

 

Aparentemente, sim. Basta ler aqui, ou aqui. Toda a planta é extremamente tóxica.

 

Lógico que muito dificilmente alguém vai decidir comer uma folha ou flor de aloendro. Comer pétalas de rosa, como fizemos aqui, ainda vai. Mas era num restaurante. Agora assim na rua? O que é que uma pessoa ia pensar? Uhm, que delicioso! Aloendro! Vou já comer três folhinhas e levo umas quantas para o jantar!

 

A não ser que se trate de uma criança... Seja como for, sabendo disto, decidi cortar a minha relação com os aloendros. E nunca mais sequer apanharei uma flor. Nunca se sabe quando posso estar cheio de fome e decida aventurar-me com uma folha. E se a folha libertar uma parte do veneno para a minha mão, este for absorvido e, com isso, conseguir uma viagem gratuita pelo túnel da luz? Na na na.

 

O problema, é que agora a minha querida mulher não pára de gozar comigo de cada vez que vê um aloendro. Está sempre a dizer que aquilo é um perigo, que não sabe como é que não morrem todos os que passam na rua, que o melhor é passarmos a três metros de distância...

 

Enfim, anda um homem preocupado com a sua saúde e com a de quem lhe importa, e ainda é gozado...

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