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Só entre nós

Só entre nós é um blog só para nós. Para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, sobre o que gostamos, ou não, sobre viagens fabulosas, restaurantes, pessoas que admiramos, ou que nos deixam os cabelos no ar, livros lidos e muito mais.

Só entre nós

Só entre nós é um blog só para nós. Para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, sobre o que gostamos, ou não, sobre viagens fabulosas, restaurantes, pessoas que admiramos, ou que nos deixam os cabelos no ar, livros lidos e muito mais.

A TAP e os bebés

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Gosto da TAP. Talvez por ser portuguesa, por estar associada a boas recordações de infância, por nos fazer sentir em casa assim que entramos no avião, mesmo que a milhares de quilómetros do nosso país... E a verdade é que nunca tive grandes razões de queixa. Mas nunca tinha viajado com um bebé. Confesso que fiquei desiludida.

 

Não esperava uma passadeira vermelha, mas as minhas expectativas eram de um tratamento mais cuidadoso. Começa logo no check-in. Não há prioridade para despachar a bagagem, bem pode o bebé espernear com fome meia hora na fila. Depois, na porta de embarque, há prioridade. Somos os primeiros a mostrar o cartão de embarque e passamos para o belo do elevador que nos deixa à espera do autocarro... Aí acabou a prioridade. Lá vamos nós com o carrinho que temos de carregar para dentro do autocarro. Já lá dentro, esperamos (sentados, vá lá!) que o autocarro encha até não caber nem mais uma sardinha dentro da lata. Quase é o bebé que leva os passageiros da TAP ao colo!

 

Depois segue-se uma bela viagem de autocarro desde a Portela até quase ao Campo Grande... E, à chegada, surpresa! Ainda estão a limpar o avião e ficamos todos fechadinhos no autocarro uns belos dez minutos, até que alguém se sente mal e o motorista decide ceder aos apelos de uma vintena de clientes da TAP e lá abre a porta da frente para podermos respirar ar novo... Quando finalmente pudemos sair e entrar no avião (aleluia!), onde é que já estava a prioridade no embarque? Lá fomos nós de bebé ao colo no meio dos outros escada acima, e toca a esperar que meio avião arrumasse as suas malas de mão e se sentasse, para finalmente chegarmos ao nosso lugar!

 

Já quase a descolar, ainda tivemos de pedir o cinto de segurança para o bebé a uma das hospedeiras, porque ninguém se lembrou de o ir buscar espontaneamente... Ainda bem que já sabíamos que existia! Durante o voo, aí sim, pessoal de cabine muito simpático, sempre a perguntar se estava tudo bem com o bebé, que dormia tranquilamente ao colo do pai...

 

E, à chegada ao destino, a mesma prioridade do costume, esperar pela nossa vez e sair tal qual como se não houvesse bebé nenhum. Felizmente, o carrinho já estava à porta à nossa espera! Nem tudo podia ser mau, não é verdade?

 

Enfim, não passam de peripécias, não houve nenhum atentado nem acidente. Tivemos muita sorte! Mas a TAP não gosta muito de bebés, já ficámos a saber.

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