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Só entre nós

Só entre nós é um blog só para nós. Para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, sobre o que gostamos, ou não, sobre viagens fabulosas, restaurantes, pessoas que admiramos, ou que nos deixam os cabelos no ar, livros lidos e muito mais.

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Selfies matam mais que tubarões em 2015

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Aparentemente tirar selfies é mais perigoso do que nadar com tubarões. Segundo o site Mashable, este ano já morreram 12 pessoas enquanto tiravam selfies, ao passo que 8 morreram no seguimento de ataques de tubarões.

 

4 das 12 mortes foram causadas por quedas enquanto tentavam tirar selfies, como Hideto Ueda, um turista japonês que faleceu ao cair nas escadas do Taj Mahal com o telemóvel nas mãos. Noutros casos, a morte deveu-se a acidentes com comboios.

 

E tudo para quê, pergunto eu? Para conseguirem a foto mais incrível, partilharem nas redes sociais e terem atenção de algumas pessoas durante míseros segundos?

 

Eu gosto de tirar selfies, mas com o único propósito de fotografar-me com a minha família, nada mais. E já tirava bem antes desta "moda" e de haver telemóveis com câmara frontal. Já esta obsessão em tentar tirar "the ultimate selfie" é uma estupidez tão grande, que até fico admirado por só terem morrido 12 pessoas...

Fonte

As melhores pizzas de Lisboa são no Forno d'Oro

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Só entre nós, as pizzas do Forno d'Oro são as melhores pizzas de Lisboa.

 

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Felizmente não faltam excelentes opções em Lisboa para comer boas pizzas, mas as do Forno d'Oro, na minha opinião, superam tudo o que já provei. Tal como já tinha escrito aqui, as pizzas, genuinamente napolitanas, têm uma massa incrível e deliciosa, graças a um super exclusivo forno a lenha (construído no local), forrado a ouro (penso que só existem dois em todo o mundo) e à utilização de um fermento biológico e natural, feito com uma levedura mãe com a qual a massa das pizzas deve ser confecionada, como acontece há 11 gerações nas mais importantes pizzarias de Itália, de onde Tanka Sapkota trouxe a levedura mãe que usa no Forno d'Oro.

 

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O resultado é maravilhoso, e, por isso mesmo, o restaurante recebeu nesta quinta-feira, dia 24, um dos maiores galardões que uma pizzaria pode desejar - o prémio internacional AVPN, ou seja, a garantia pela Associazione Verace Pizza Napoletana de que as pizzas do Forno d'Oro seguem, nos seus ingredientes e nas suas várias etapas de confeção, todas as regras que se impõem para uma pizza genuína e de alta qualidade. Ou, como alguns dizem, ganhou a "estrela Michelin" das pizzas, sendo esta a segunda distinção do Chef Tanka Sapkota, das três existentes em Portugal.

 

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Este foi o culminar de mais de duas décadas de estudo e trabalho, incluindo com os mais prestigiados Chefes de Nápoles e Roma.

 

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A juntar a uma massa perfeita, nada como ingredientes de alta qualidade, boa confeção dos mesmos, criatividade, combinação invulgar de ingredientes, espaço agradável e atendimento simpático.

 

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Para celebrar a consagração internacional, o Chef decidiu fazer um jantar comemorativo e convidar-nos para estar presentes.

 

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Com o restaurante cheio e a presença, entre outros, do Chef Antonio Pace, Presidente da Associazione Verace Pizza Napoletana, e do Sr. embaixador de Itália em Portugal Giuseppe Morabito, foi com um sorriso sempre presente na cara que Tanka Sapkota deu início à cerimónia e jantar, que começou em grande com uma pizza frita com presunto de Parma e burrata.

 

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A massa era tão boa, que não resisti a repetir.

 

Em seguida foi servida uma Bruschetta repleta de sabor com tomate e manjericão,

 

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Seguindo-se uma sucessão de pizzas mais tradicionais, todas incrivelmente boas.

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Para sobremesa foi servido um tiramisù e um gelado al limone.

 

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A acompanhar as pizzas, destaque para as cervejas artesanais, importadas diretamente de Itália.

 

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Depois de um excelente jantar, e a confirmação de que a Pizzaria Forno d'Oro é o restaurante onde são servidas as melhores pizzas da capital, só temos a agradecer ao Chef Tanka Sapkota pelo amável convite. 

Eu, PS, votarei PSD/CDS-PP

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Se tiver de escolher um lado (politicamente falando), terei de escolher a esquerda. Interessei-me cedo por política, numa idade em que a maioria dos meus colegas não tinha qualquer ideia sobre esse tema, nem queria saber, e, certamente influenciado por alguns familiares mais próximos, cresci a "defender" e a "torcer" pelo PS. 

 

Com pouco mais de 10 anos fui para as portas do Altis e para o Largo do Rato, de bandeira na mão, festejar a vitória daquele que iria ser o novo Primeiro-Ministro de Portugal - António Guterres. Recordo-me de escapar, por pouco, de uns ovos lançados por alguém menos satisfeito, e em 1999 regressei para novo festejo, com uma rosa na mão (posteriormente entregue ao próprio Guterres).

 

Em 2005 fui a um congresso de José Sócrates e vibrei com a sua vitória, tal como fiz em 2009.

 

Em 2011 assisti com pesar à (re)conquista do PSD, e no decorrer dos últimos anos revoltei-me consecutivamente com as medidas tomadas pelo PSD em coligação com o CDS-PP.

 

Insatisfeito com António José Seguro, sorri com a vitória de António Costa nas eleições primárias do PS, pessoa em quem depositava a minha confiança e crença de que tinha tudo para ser um excelente Primeiro-Ministro, e foi com otimismo que olhei para as eleições.

 

Mas tudo mudou quando Costa passou a ser candidato a formar Governo. Da sua boca ainda não consegui ouvir nada que me interessasse, a não ser uma vulgar demagogia para a qual não tenho paciência, e promessas assustadoras face à situação em que vivemos, declamadas apenas para enganar uns quantos e angariar votos. Gosto de política, mas não gosto do tipo de política praticada por Costa. Aquela em que apenas o que interessa é criticar tudo, sem exceção, e prometer meios e fundos, também sem exceção.

 

Ouvir António Costa deixa-me com medo e com a quase certeza que Portugal ficará muito pior se o tiver à frente de um Governo. Costa não demonstra estar preparado para assumir o cargo de Primeiro-Ministro, e não é uma equipa, por mais competente que seja, que vai resolver essa "deficiência". Costa não quer saber dos esforços que todos tivemos de fazer. Costa não quer assumir que Portugal, em diversos campos, está melhor, ou em curva ascendente. Costa, com olhos fechados e promessas na boca, aparenta não querer saber de Portugal e dos portugueses, mas, apenas, chegar ao lugar de Primeiro-Ministro, como, poderão dizer, todos os outros. Mas enquanto que Costa, para atingir tal meta, esquece tudo e promete tudo, Passos Coelho mantém os pés assentes na terra e promete pouco, ou o mesmo mas num prazo maior. Ou seja, Costa quer chegar logo à meta, ignorando os primeiros metros tão difíceis, e arriscando-se a ter de voltar à linha de partida, enquanto Passos tenta avançar com mais calma, mas com a meta bem à frente dos olhos, sabendo o que tem de fazer para não perder o que já foi conseguido.

 

Costa, repito, parece querer ignorar o sofrimento e sacrifício daqueles a quem agora pede uma maioria, prometendo o que queremos ouvir. Mas, só entre nós, à custa de quê?

 

Eu sou de esquerda. Defendo uma política de esquerda. E, o meu partido, é o Partido Socialista. Mas não tenho palas nos olhos, e tal como nas autárquicas já votei PSD para a Assembleia de Freguesia e CDS-PP para a Câmara Municipal, este ano não poderei votar PS nas legislativas.

 

Porque a verdade é que Passos Coelho tem o mérito de ter dado (em grande parte) a volta à crise. Nada está resolvido, e tal volta implicou muito sacrifício, mas não se consegue nada sem sacrifício. E, afinal, o que é que nós queremos? Uma ilusão ou uma provável garantia de que as coisas vão continuar a melhorar? Queremos mesmo alguém que, se formar Governo, ou vai levar Portugal a uma crise ainda mais grave do que aquela pela qual passámos, ou vai voltar atrás com tudo o que disse e esquecer as promessas?

 

Porque não me abstenho, porque não voto em branco, porque não voto nulo, porque não voto em partidos que sei que nunca conseguirão vencer eleições, nem são uma alternativa viável, porque não quero que Portugal tenha de pedir um novo resgate, porque não consigo acreditar em António Costa e na sua liderança, e porque Pedro Passos Coelho apresenta-se como alguém com trabalho feito (e em certa medida bem feito), e não tenta transmitir ilusões, eu, socialista, votarei PSD/CDS-PP no próximo domingo.

Penthouse com garagem nas nuvens

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Custa perto de 20 milhões de dólares e tem a particularidade de ter uma garagem/elevador que permite levar o carro diretamente da rua para dentro de casa (no último andar do prédio). Mais prático era impossível.

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Stavanger, Noruega

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Tenho descoberto, nos últimos anos, como é fascinante visitar cidades sem saber nada sobre elas. Sem sequer ter visto uma fotografia. Se, para mim, era impensável viajar sem antes já ter "viajado" através de guias e internet, sabendo tudo ainda antes de sair de Portugal, agora percebo que também é interessante esta sensação de chegar a um local e ser tudo novo e desconhecido.
 

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Tal como se na nossa mente o destino se assemelhasse a uma tela em branco, a qual vamos pintando à medida que vamos conhecendo o local.
 

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Foi o que me aconteceu com Stavanger. Não estudei a cidade com antecedência, nem sabia o que ia ver. Julgava apenas que deveria ser uma cidade bonita.
 

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E tinha razão. Stavanger, a capital Norueguesa do petróleo, e a cidade com o menor índice de desemprego em toda a Europa (in Wikipédia) revelou-se em todo o seu esplendor como uma cidade extremamente bonita e bem conservada, cheia de vida, porém, ao mesmo tempo, muito tranquila.
 

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O grande destaque da cidade vai para a sua parte antiga, Gamle Stavanger, onde se encontra o mais bem-preservado bairro de casas de madeira antigas da Europa.
 

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As casas são todas maravilhosas, as ruas floridas e tranquilas, e surge, novamente, aquela sensação de que poderia perfeitamente viver ali.
 

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Gamle Stavanger foi, provavelmente, o bairro mais bonito e charmoso que já visitei.
 

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O ponto alto é, portanto, Gamle Stavanger, mas importa não esquecer a parte nova da cidade, onde não faltam as típicas casas de madeira.
 

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Bonita, tranquila e bem conservada, Stavanger revelou ser uma agradável surpresa.
 

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O meu amor por ti

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Lembro-me bem do momento em que senti, pela primeira vez, um bater forte do coração ao olhar para ti. Percebi, nesse instante, que te amava.

 

Não foi amor à primeira vista o nosso. Nada disso. Não vou dizer que não senti nada ou que não foi especial aquele olhar penetrante e inquieto que me lançaste quando nos conhecemos, mas não nasceu ali uma paixão. Não foi amor à primeira vista o nosso.

 

No fundo, levámos os dois algum tempo a conhecer-nos melhor. Entraste na minha vida de repente. Claro que eu estava à tua espera há já algum tempo, mas nada nem ninguém me tinham preparado de verdade para a tua chegada. Deveria ter sido uma coisa natural, mas não foi. Entraste de repente na minha vida e eu fiquei em choque.

 

Aos poucos, dia após dia, noite após noite, fui-te conhecendo e reconhecendo cada vez melhor. E, aos poucos, foste começando a fazer parte da minha vida. E, assim, devagar, o amor foi surgindo e crescendo. Sem pressas, nem atropelos. E agora, de repente, tudo em ti é especial: o cheiro da tua pele, a doçura do teu olhar, a força dos teus braços, a ternura do teu sorriso. E, assim, a cada dia que passa, em cada olhar que trocamos, o nosso amor cresce e fica mais forte.

 

E hoje, meu filho, estou certa de que o nosso amor não será menor por não ter surgido à primeira vista sob a forma de uma paixão avassaladora. No fundo, poderá até vir a ser mais forte. As ervas daninhas crescem rápido, mas não prestam para nada. Os carvalhos crescem devagar, mas são fortes e duradouros.

Subscrição móvel não solicitada

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Consultando o saldo do meu telemóvel, verifiquei que tinha 4 euros de consumo extramensalidade. Como ainda tinha internet móvel disponível estranhei, mas pensei que se devia a umas chamadas internacionais realizadas. Porém, na semana seguinte, foram debitados mais 4 euros. E na semana seguinte mais 4 euros.

 

No sentido de tentar esclarecer o sucedido, fui a uma MEO onde me disseram que tinha de esperar pelo envio da fatura para poderem analisar o que se estava a passar. Não gostei da resposta, acho que isso não faz qualquer sentido, mas aceitei.

 

Com a fatura na mão, e mais de 16 euros cobrados a título de "Outros conteúdos-subscrição", fui novamente à MEO.

 

Após longos minutos de análise, fui informado que existem uns sujeitos simpáticos que conseguem online obter os nossos contactos e subscrever em nosso nome serviços móveis. Nós não subscrevemos nada, não ficamos a saber que algo foi subscrito, nem usufruímos dessa subscrição. Só pagamos.


A única forma de saber é mediante consulta do saldo (ou fatura). O valor debitado tanto pode ser de 4 euros por semana, como me aconteceu, como muito mais. 

 

Perante a minha insistência, explicaram-me que quem, alegadamente, subscreveu um serviço sem a minha autorização foi uma "World Mobile Phone" e que os serviços por mim subscritos foram jogos.

 

Ora eu, repito, não subscrevi nada, não faço ideia do que é que é a "World Mobile Phone", nem quero saber.


Felizmente, e ao contrário do que estava a espera, a MEO compreendeu a minha posição (ainda por cima parece que isto se tem verificado com muitas pessoas) e creditou imediatamente os valores da minha fatura atual e futura, cancelou a subscrição e bloqueou o meu número para que nunca mais pudesse ser subscrito um serviço destes sem a minha autorização.

 

Resumindo, a MEO foi impecável, e se querem um conselho, dirijam-se ao vosso operador móvel e peçam para bloquear os vossos números a estes serviços. Caso contrário, pode bem acontecer-vos o mesmo.

Vale dos Caídos, San Lorenzo de El Escorial

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Existem locais que nos impressionam de tal forma que sabemos que permanecerão para sempre guardados na nossa memória. Um desses locais é o Vale dos Caídos, em San Lorenzo de El Escorial, a cerca de 30 minutos de Madrid.

 

 

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O Vale dos Caídos, ou Abadia da Santa Cruz do Vale dos Caídos, é um memorial franquista e basílica mandada erguer pelo ditador espanhol Francisco Franco entre 1940 e 1958, em memória dos nacionalistas mortos na Guerra Civil Espanhola, de 1936-1939.

 

 

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Para além da sua monumentalidade exterior, o que mais marca no Vale dos Caídos é a basílica escavada dentro da rocha, onde estão sepultados 33 872 combatentes nacionalistas da Guerra Civil, para além do próprio Francisco Franco.

 

 

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Numa visita a Madrid, este é, sem dúvida, um local a não perder.

 

Nova Tendinha, Leça da Palmeira

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São várias as ofertas tentadoras em Leça da Palmeira para uma excelente refeição. E, uma delas, é o restaurante Nova Tendinha.

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Com duas salas acolhedoras, uma delas com vista para a cozinha aberta e uma lareira de fazer inveja a qualquer um, e uma decoração rústica, não é difícil que o cliente se sinta com vontade de ficar e regressar.

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O serviço, de excelência, mostra como, afinal, ainda existem restaurantes onde o cliente verdadeiramente importa.

Quanto aos pratos que, no fundo, são aquilo que mais interessa num restaurante, é visível a paixão do Chef  pelo seu trabalho e a sua dedicação, com pratos preparados com um cuidado que faz lembrar um Chef de estrela Michelin.

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Couvert composto por um trio de manteigas - manteiga de vaca, de cabra e de azeitona.

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Iniciei a refeição com uns Camarões de Madagáscar na Rocha com sementes de sésamo, que só pecaram num pormenor. Não havia rocha. No entanto, tal falha foi depressa posta de lado perante o excelente sabor.

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Seguidamente, escolhi uma Espetada do Mar - espetada de lulas do Oceano Pacífico e camarão selvagem de Moçambique, manteiga de alho e chili e batatas chips.

Para além da apresentação surpreendente (e do pormenor das batatas terem sido colocadas uma a uma na pedra), e de ser muito bem servido, o sabor era muitíssimo bom, com camarões e lulas temperadas na perfeição e chips crocantes. Único defeito - demasiadas chips, pois não foi possível comer todas, por mais saborosas que estivessem.

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Por fim, e terminando sem desilusões, escolhi uma Mousse de Oreo. Simples, mas deliciosa.

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O leite creme também era uma boa escolha.

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Em resumo, aconselho vivamente a visita ao Nova Tendinha, com um serviço sem falhas, ambiente acolhedor e comida muito bem confeccionada e apresentada.

 

Pontuação de 0 a 10

Cozinha (50%) - 8,5

Serviço (25%) - 8

Ambiente (25%) - 8

Pontuação final - 8,25

 

Nota final - visita em 2014.

Apartamento em Paris

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Fonte

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