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Só entre nós

Só entre nós é um blog só para nós. Para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, sobre o que gostamos, ou não, sobre viagens fabulosas, restaurantes, pessoas que admiramos, ou que nos deixam os cabelos no ar, livros lidos e muito mais.

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Só entre nós é um blog só para nós. Para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, sobre o que gostamos, ou não, sobre viagens fabulosas, restaurantes, pessoas que admiramos, ou que nos deixam os cabelos no ar, livros lidos e muito mais.

Viver dentro de um avião

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Tem o sonho de ter uma casa num avião, mas falta-lhe o boletim premiado do Euromilhões? Não há problema. O "hotel" Airplane Suite permite passar uma ou mais noites dentro de um avião, sem sequer sair do aeroporto.

 

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O avião, com quarenta metros de comprimento, está estacionado no aeroporto de Teuge, na Holanda, e tem uma luxuosa suite para dois, com jacuzzi, duche, sauna, mini bar, três televisões, leitor blu-ray, uma coleção de DVDs, cozinha com forno e microondas, máquina de café e chá, wifi gratuito, air condicionado, e muito mais. 

 

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Ah, e ainda tem a oportunidade de se sentar no cockpit, totalmente equipado, para que possa imaginar-se a pilotar um avião.

 

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O preço por noite, para duas pessoas, com pequeno-almoço incluído, é de 350€ e por 45€ pode encomendar uma garrafa de champanhe para a chegada, ou por 20€ um bouquet de rosas vermelhas.

 

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Caso tudo isto não seja suficiente, é possível reservar uma viagem de avião, um tour de helicóptero ou uma aula de voo. Se é corajoso, também pode saltar de pára-quedas.

 

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Fonte, aqui e aqui.

Post com bolinha vermelha

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Esta semana estava a passear pela Avenida da República, entretido com os meus pensamentos, quando vi, pelo canto do olho, uma fotografia de um pénis.

 

Incrédulo, olhei para trás e vi um homem sentado na esplanada de uma pastelaria conceituada, com um iPhone na mão, de costas para quem passava na rua. 

 

Achei imediatamente que tinha visto mal. Desde quando é que alguém ia estar a ver fotos de homens (ou mulheres) nus numa esplanada duma pastelaria, com o Iphone virado para quem passava na rua? E mesmo que tivesse visto bem, de certeza que tudo não passava de uma confusão. A foto deveria ter aparecido num pop-up indesejado, ou o homem deveria estar a ver fotos e, no meio delas, apareceu a foto de um homem despido com zoom no seu pénis.

 

Confuso, decidi dar meia volta, de forma a passar novamente junto ao homem. E o que é que vi quando olhei para o iPhone? Mais uma foto de outro homem nu, diferente da anterior.

 

Afinal, não tinha visto mal, nem havia nenhuma desculpa para o que tinha visto. O homem estava propositadamente a ver fotos de homens nus em plena rua.

 

É lógico que o que me "perturbou" não foi o facto de ser um homem a ver fotos de outros homens nus. Se estivesse a ver mulheres nuas, ou fosse uma mulher a ver fotos de homens ou mulheres nuas, a minha reação seria exatamente a mesma.

 

O mais surpreendente foi ver alguém, em plena luz do dia, num local público, com dezenas de pessoas a passar ao lado, a ver, sem qualquer cuidado ou tentativa de ocultar, fotos totalmente impróprias para aquele local. Sem falar que ali ao lado há uma escola.

 

Será que não podia esperar para ver as fotos num local mais recatado? Ou não poderia ter o iPhone escondido debaixo da mesa, para onde iria olhando de vez em quando, sem dar muito nas vistas? Estaria assim tão desesperado, ou seria maluco? 

 

A verdade é que nunca pensei assistir a uma situação destas...

Quiche de alho francês, requeijão e bacon

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Já há algum tempo que não partilhava nenhuma receita, mas isso não significa que não temos experimentado receitas novas e deliciosas. É, apenas, sinal do pouco tempo disponível que tenho tido. Espero, entretanto, conseguir pôr em dia todas as receitas e análises a restaurantes onde temos ido.

 

Para já, deixo-vos mais uma receita daquelas super fáceis, que se faz em três tempos e é útil para quando faltam ideias.

 

Ingredientes:

- uma embalagem de massa quebrada

- 1 ovo

- 200 mL de natas

- 1 alho francês

- meio requeijão

- bacon (+/- 250g)

 

Comece por cortar o alho francês em rodelas e o bacon em tiras, juntando tudo em seguida numa frigideira com um fio de azeite. Deixe alourar bem o alho francês e bacon e reserve.

 

Num recipiente, misture as natas, requeijão e ovo batido. Tempere com sal e pimenta e acrescente a mistura do alho francês e bacon, misturando.

 

Forre uma forma com a massa quebrada, fure a base da massa com um garfo e despeje a mistura da quiche.

 

Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC até que o recheio esteja cozido e a massa dourada (+/- 30 minutos).

 

Simples, não é?

Caos nas urgências...

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O assunto é recorrente, mas agora tem sido um filão de ouro nas notícias em Portugal. Não há jornal ou telejornal que não dê destaque ao caos nas urgências, aos hospitais velhos e sem condições, e às dezenas de horas de espera para os laranjas (não estou a falar dos militantes do PSD).

 

Porém, e o mais curioso, é que praticamente não se fala no outro lado. Nos profissionais de saúde mal pagos (como praticamente todas as pessoas neste país), que têm de trabalhar nesses mesmos hospitais velhos e sem condições, sujeitando-se a atender dezenas de doentes sem sequer ter tempo para ir à casa-de-banho ou comer (e se forem, não se livram dos olhares maldosos dos doentes que estão à espera, porque só eles é que têm direito a comer, os outros não).

 

Então e os enfermeiros? E os auxiliares? E os médicos? E os outros todos que trabalham nos hospitais? Sem condições decentes para trabalhar, sem um ordenado justo ao fim do mês, principalmente face às horas de trabalho, exigência da profissão e inerente responsabilidade, e ainda mal-tratados porque são um dos principais responsáveis pelo caos nos hospitais?

 

É triste que, em qualquer caso, só seja visto um lado. Os doentes merecem ser tratados, e merecem ser tratados condignamente e o mais depressa possível. Mas os outros, os profissionais de saúde de quem nunca ninguém se lembra, a não ser para criticar porque fizeram assim, ou não fizeram assado, também merecem ser bem tratados e merecem melhores condições para poderem trabalhar.

 

É que a continuar a ser como tem sido, com horas extraordinárias cada vez menos recompensadas e folgas inexistentes, qualquer dia os médicos, enfermeiros e restantes profissionais de saúde, decidem ficar em casa de vez, e aí é que vamos ver o que é que é verdadeiramente um caos nas urgências.


Ah, e ir às urgências porque espirraram uma vez, porque andaram de transporte público e sentem a cara ligeiramente mais quente, ou porque estão com 37,005426 graus, não é o melhor para ajudar no caos das urgências.

 

Dinheiro para tudo, menos para o que interessa

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Imaginem o seguinte cenário:

- casal com dois filhos menores

- três carros

- ambos fumam

- dois cães

- dois gatos

- ambos desempregados

 

Qual é o erro que detetam imediatamente?

 

Vou dar uma dica. Desempregados, fumadores, três carros… Eu imagino que não deva ser fácil deixar um vício, mas, se calhar, se não há dinheiro ao fim do mês, é preciso cortar nalguma coisa, certo? E nada melhor do que cortar numa coisa que faz tão mal.

 

Por outro lado, eu também adorava ter uma frota automóvel que me permitisse escolher um carro diferente todos os dias, mas três carros para quem não trabalha, e cujo único filho em idade escolar vai de autocarro para a escola, é ligeiramente demais.

 

A questão dos animais não comento, porque é óbvio que não equaciono a hipótese de se “desfazerem” dos bichos para poupar, quando têm outras hipóteses para não gastar. E o segundo filho, concebido pós desemprego, também não merece o meu comentário. Fiquemos “só” pelos carros e cigarros.

 

Imaginando, novamente, que o casal fuma um maço e meio por dia, e fazendo contas a €4,00 o maço, a poupança mensal seria de €180,00.

 

 

E os melhores hotéis de Portugal são...

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Depois da lista com os 25 melhores hotéis do mundo, onde o Four Seasons Country Club na Quinta do Lago ocupa um honroso décimo segundo lugar, eis a lista com os 25 melhores hotéis em Portugal pelo Tripadvisor. Destaque para o Funchal, com oito hotéis, imediatamente seguido por Lisboa, com sete. Este ano o Algarve viu apenas quatro dos seus hotéis no top, quase tantos como Cascais.

 

Nota menos positiva para as cidade do Porto e de Vila Nova de Gaia, que apesar do aumento do turismo, só têm, cada uma, um hotel no top.

 

Segue o top 25:

 

1

 

As piores passwords de 2014

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Mais um ano, mais uma lista com as piores passwords de 2014, pela SplashData:

 

Posição Password Em 2013
1 123456 =
2 password =
3 12345 + 17
4 12345678 - 1
5 qwerty - 1
6 123456789 =
7 1234 + 9
8 baseball Nova
9 dragon Nova
10 football Nova
11 1234567 - 4
12 monkey + 5
13 letmein + 1
14 abc123 - 9
15 111111 - 8
16 mustang Nova
17 access Nova
18 shadow =
19 master Nova
20 michael Nova
21 superman Nova
22 696969 Nova
23 123123 - 12
24 batman Nova
25 trustno1 - 1

 

Ainda há quem tenha como password "password"? E "123456"? A sério?

Comer insetos

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A propósito do post de terça-feira, foi recentemente publicado no El País uma crónica sobre comer insetos, que aqui reproduzo:

 

Comer insetos

Porque é que ficam escandalizados se alguém comer um gafanhoto, quando mastigam tranquilamente uma anchova?

 

O Chef holandês, Henk van Gurp, tem uma variedade de pratos que inclui alguns insetos entre os seus ingredientes. Esparguete com molho de abelhas, pastel recheado com aranhas ou madalenas de chocolate com vermes.

 

Os insetos, como se sabe, são uma fonte alternativa de proteínas, o que será um verdadeiro alívio no futuro, quando tivermos comido todos os peixes, aves e mamíferos. Duas dúzias de gafanhotos, mais meia dúzia de vermes robustos, equivalem, em termos proteicos, a cinquenta gramas de carne de vaca. Há até alguns insetos que contém ácidos gordos como o ómega 3, os mesmos do salmão.

 

Então para que é que gastamos dinheiro em postas de salmão, quando no jardim do vizinho rastejam e correm insetos cheios de ómega 3?

 

Porém, o que o Chef Van Gurp faz é utilizar os insetos em pratos normais, como o esparguete ou madalenas. Desta forma, concretiza a experiência de se comer uma mosca, mas poupa aos comensais a experiência de olhar “cara a cara” para o inseto.

 

Pelo contrário, nalgumas povoações mexicanas, os gafanhotos são comidos sem qualquer disfarce, com duas mordidas crocantes, como se se tratassem de anchovas. Ora porque é que ficam escandalizados se alguém comer um gafanhoto, quando mastigam tranquilamente uma anchova? Será que consideramos que o gafanhoto, por viver no jardim, é um de nós?

 

Nestas povoações também se comem formigas vivas, assim que capturadas, mastigadas depois a alta velocidade para que não fujam da boca para o pescoço ou orelhas. Tal como nos advertem num restaurante ao dizer “tem molho no bigode”, face a um prato destes não falta quem diga “tens uma formiga nas sobrancelhas”.

E os melhores hotéis do mundo são...

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Todos os anos são selecionados os melhores hotéis do mundo, de acordo com milhões de reviews feitas no Tripadvisor. E este ano não foi exceção. Eis o top de 2015, onde consta um hotel em Portugal:

 

1

Miguel Araújo - José

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Esta é uma das nossas músicas preferidas do álbum "Crónicas da cidade grande", de Miguel Araújo, sobre o qual já escrevemos aqui.

 

 

A música é linda e a letra cheia de imaginação:

 

Calculei o norte, fiei-me na sorte, dei uma de forte e fui
Contornei os velhos, contras e conselhos, cantos e canteiros fui,
Descobrir o mundo ao fundo do jardim.

 

Desenhei um mapa, fiz dum pano a capa, fiz planos utópicos
Ao sabor dos ventos e dos mantimentos, em coca-cola e mentos, fui
Aos confins do mundo, ao fundo do jardim.

 

Desbravando mato, traçando o trajeto onde aponta o carapim
Piquei-me num cato, pisei rabo de gato, perdi-me pelo capim

 

Vi o fim do mundo no portão do fundo, defendi a vida a pau
Fugi dum inseto, pisei um dejeto, passei perto de um lacrau
Foi assim que eu vi do mundo os seus confins

 

Só me resta a astúcia dum cão de pelúcia enquanto o sol desaparece
E um Action Force que em código morse enviou um SOS

Descobri a custo o fim do mundo assim

 

Até que um rugido muito enfurecido fez tremer todo o jardim
Será que é ciclone, algum dragão com fome ou bicho muito mais ruim?
Era a voz da minha mãe a perguntar por mim.

 

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