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Só entre nós

Só entre nós é um blog só para nós. Para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, sobre o que gostamos, ou não, sobre viagens fabulosas, restaurantes, pessoas que admiramos, ou que nos deixam os cabelos no ar, livros lidos e muito mais.

Só entre nós

Só entre nós é um blog só para nós. Para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, sobre o que gostamos, ou não, sobre viagens fabulosas, restaurantes, pessoas que admiramos, ou que nos deixam os cabelos no ar, livros lidos e muito mais.

O pedido de um dos homens mais ricos do mundo...

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Por razões profissionais contacto diariamente com clientes internacionais (não trabalho no ramo do turismo nem em algo semelhante) e um dos clientes que recorre aos meus serviços é um dos homens mais ricos do mundo. Daqueles que tem capital suficiente para comprar uma casa para descansar no valor de 47 milhões de euros e tem um verdadeiro palácio no seu país (onde organiza festas com orquestras compostas por dezenas de músicos), para além de muitas outras propriedades.

 

Há uns dias perguntou-me se podia tratar-me pelo meu primeiro nome. Ao responder que sim, deu-me autorização para tratá-lo também pelo primeiro nome (apesar de achar que já o tinha feito anteriormente). Perante tão grande intimidade (estou a ser irónico...), uma colega sugeriu-me que lhe perguntasse quando é que me convidava para ir à casa dele. Ao tal palácio que referi, onde por acaso ela já esteve, com viagem de avião em primeira classe e despesas totalmente pagas, para além de um segurança que a acompanhou desde o aeroporto de Lisboa. Ela até teve direito a carro de luxo à sua espera na pista do aeroporto ao chegar. Sim, há pessoas tão ricas, que conseguem colocar um carro numa pista do aeroporto à espera de uma passageira que chegou num vôo comercial (imaginem a cara dos outros passageiros a ver aquilo...).

 

Seja como for, e apesar de achar tudo isto espetacular, preferia que ele depositasse na minha conta o valor que ele deve gastar por mês em despesas. Ter tratamento VIP deve ser muito bom, e o palácio dele também deve ser bom de visitar, mas mesmo assim o que ele deve gastar por mês a manter todas as propriedades que tem e a satisfazer os seus requintados gostos, para além dos da mulher e filhos adolescentes, deve ser suficiente para não ter de fazer contas à vida durante muito tempo! É que segundo as más línguas só a ex-mulher leva mais de 150 mil euros por mês... Há vidas boas!

À frase "Bom dia" responde-se...

À frase "Bom dia" responde-se... ... ... ... Silêncio. 

 

aqui escrevi sobre este mal que ataca a nossa Humanidade, num post dedicado aos vizinhos:

Espécie vulgar de vizinhos, que padece de um mal - surdez - que só se manifesta fora de casa e, em particular, nas zonas públicas de um prédio.

 

Segundo relatos de quem convive com esta espécie, mesmo que se diga, olhos nos olhos, bom dia três vezes, esta espécie de vizinhos nunca responde. Tal facto não se deve à hora madrugadora do cumprimento pois, como descrito em diversos estudos internacionais, também não é dada resposta aos desejos de boa tarde ou boa noite.

 

Infelizmente, as conclusões dos estudos são inconclusivas quanto ao motivo para a surdez, apontando, porém, para a má educação como causa mais provável.

 

Continuar a ler aqui.

 

Mas infelizmente isto não se aplica unicamente a vizinhos... Onde é que está a mais básica boa educação? O que é que custa ser educado e responder a um cumprimento tão banal? Ninguém está a perguntar nada, ou a pedir a opinião sobre a situação política mundial... É, única e exclusivamente, um cumprimento. Bom dia, boa tarde, boa noite... O que é que se está a passar?

 

Não podem ser todos surdos. Até porque não falta publicidade a minúsculos aparelhos invisíveis que resolvem este problema.

 

Também não podem ser todos estrangeiros. Bem sei que há cada vez mais turistas em Lisboa, mas até esses acabam por responder numa espécie de português.

 

Então qual é a justificação para que se diga bom dia a alguém (e essa pessoa ouve perfeitamente o cumprimento) e não se receba qualquer cumprimento de volta?

 

É triste, mas talvez a solução seja muito simples. Entrar no jogo e deixar de cumprimentar. Acabam-se os cumprimentos de uma vez por todas e ponto final.

Os 100 melhores Chefs do mundo (com um "português")

Já saiu a anual lista dos 100 melhores Chefs do mundo, e este ano há um "português" na lista. O Chef Dieter Koschina, do restaurante Vila Joya. Parabéns ao Chef e à sua equipa.

 

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Artigo retirado daqui.

 

Sacos velhos, mas "de marca"

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Hoje ia na rua e à minha frente ia um senhor com um saco da Dolce & Gabbana num estado lastimável. As pegas estavam gastas e dois dos cantos inferiores do saco estavam quase rasgados. Não é a primeira vez que vejo algo assim (sacos de lojas de "luxo" como Burberry, Louis Vuitton, Hermès...) e acabo sempre por pensar no ridículo que isto é.

 

Eu até percebo que não queiram deitar fora estes sacos (eu confesso que faço o mesmo e estupidamente já tenho um saco enorme cheio destes sacos mais "especiais") e até posso entender que gostem de os utilizar e mostrar na rua, mesmo que lá dentro levem a marmita ou outra coisa qualquer que nada tem a ver com a marca publicitada no saco.

 

Mas será preciso usarem-nos até à exaustão?

 

Tudo bem, compraram uns sapatos Prada, o saco é lindo, é da Prada (!) e andarem com um saco da Prada na rua é quase como andarem com uma malinha da mesma marca ao ombro. Mas se o saco já não está com uma aparência nova (pelo contrário) tudo o que vai parecer é a realidade!! Compraram uma coisa na Prada (ou receberam algo dessa marca), provavelmente nunca mais terão outro saco da mesma marca, e só querem dar a entender que têm dinheiro para andar a gastar centenas de euros à hora do almoço na Avenida da Liberdade. 

 

Não faz sentido, ok? Os sacos da Zara servem perfeitamente para o efeito!

Onze restaurantes num único post

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Há restaurantes cujas críticas estão na minha pasta de rascunhos há meses e não há forma de lhes dar uma publicação decente. Por isso, e apesar de todos, sem exceção, merecerem um post completo, com fotos dos pratos e dos espaços, como costumo fazer, tenho de ser honesto comigo mesmo e admitir que nunca o conseguirei fazer por falta de disponibilidade. Desta forma, segue uma lista de alguns restaurantes visitados nos últimos meses com comentários imparciais:

 

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Restaurante The Old House, Lisboa - Espaço muitíssimo interessante, serviço razoável e comida verdadeiramente deliciosa. Para quem gosta de comida chinesa, ou melhor, da comida chinesa tradicionalmente servida em Portugal, atenção que esta não é igual. E tenham atenção ao picante. Se dizem que é muito picante, é porque é mesmo muito picante! A visitar e regressar.

 

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Tágide, Lisboa - Vista incrível para a cidade de Lisboa (mesmo incrível), serviço cuidado e atencioso, e comida sem surpreender (até porque não é esse o objetivo) mas muito bem confecionada e saborosa. Excelente trabalho do Chef Nuno Diniz.

 

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Forno d'Oro, Lisboa - Há uns tempos escrevi aqui no blog que era no Forno d'Oro que se poderiam encontrar as melhores pizzas de Lisboa. Alguns meses e várias visitas depois, continuo a afirmar o mesmo. São mesmo as melhores pizzas. Ponto final.

 

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Monverde Wine Experience Hotel, Telões, Amarante - O hotel é lindo, como já escrevemos aqui, mas o restaurante também merece destaque. Bons preços, boa comida e serviço muito atencioso. 

 

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Cantinho do Avillez, Lisboa - O serviço já não é o que era (longe disso), com tempos de espera incríveis, funcionários que deixam muito a desejar e erros da cozinha, mas é o Cantinho, restaurante onde já fomos mais de 20 vezes (?) por isso não dá para não regressar.

 

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Pap'Açôrda, Lisboa - Tinha tudo para ser espetacular. Espaço engraçado, boa localização, muitos anos de experiência, expectativas altas, mas saiu tudo um pouco ao lado... O espaço é giro, mas acaba por ser frio (na decoração e no sentido literal da palavra, com um gelo a entrar pela sala cada vez que abrem as gigantescas portas), as moscas aproveitam as portas e entram, passando a refeição a voar sobre as cabeças dos clientes, e os tempos de espera são horríveis. Mas a comida é mesmo boa. Vale por isso. 

 

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A Maria, Alandroal - Passam os anos e a qualidade não diminuiu. A Maria é um porto abrigo, um restaurante onde podemos ter sempre a certeza que vamos comer muito (mesmo muito) bem, e os seus responsáveis, a própria Maria e o seu marido Cândido, recebem sempre todos como se fossem amigos de longa data. A não perder. 

 

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Steak 'n Shake, Montijo - Os famosos steakburger chegaram a Portugal e ainda bem. Excelentes propostas, ótima carne e milkshakes igualmente deliciosos. Ótima sugestão para uma refeição mais casual e rápida. 

 

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Jockey, Lisboa - Sempre que lá vou já sei de três coisas antecipadamente. Vou comer muitíssimo bem, vou ser atendido exemplarmente e vou passar a refeição a pensar "porque é que não proíbem de uma vez por todas o tabaco dentro dos restaurantes?" Se fosse proibido fumar já tinha regressado mais vezes. Sem sombra de dúvida.

 

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Baía do peixe, Lisboa - Restaurante simples, com serviço simples (e muito educado) onde o peixe e o marisco são reis, não só na ementa mas também no sabor. 

 

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Barbatana, Lisboa - Muito bom e agradável. Não vale a pena escrever mais, passem por lá e poderão comprovar pessoalmente. 

Obrigado pela vossa confiança

Depois de um mês sem um único post, decidi retomar o Só entre nós no início de novembro e, para minha surpresa, este foi o terceiro melhor mês do blog este ano em termos de visitas, com mais de 13 mil visualizações em novembro. Por isso, não podia deixar de vos agradecer pela vossa simpatia e visitas e fazer um agradecimento especial ao Sapo (obrigado Pedro) pela confiança sempre depositada.

 

Este blog não nos dá qualquer cêntimo ao fim do mês (nem nunca será esse o seu propósito, daí que recusemos quase todas as semanas propostas de parcerias e publicidades), apenas alguns (poucos) convites para restaurantes, desde que possamos dar sempre a nossa opinião sincera e imparcial, pelo que o único real ganho que temos, e queremos ter, são as vossas visitas, comentários, sugestões e partilhas. Daí que nunca seja demais agradecer. Obrigado por estarem por aí. 

No Alentejo come-se pessimamente mal!

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Há uns dias ouvi no meu local de trabalho:

"No Alentejo come-se pessimamente mal!"

Dei de imediato um salto da minha cadeira e fui ter com a pessoa em causa.

 

A frase não tinha sido dita em tom de ironia. Nem num tom natural. Tinha até sido proferida com algum desprezo, o que ainda me chocou mais. Todos têm direito à sua opinião (lembram-se daquele que disse que a comida portuguesa era horrível?), mas afirmar uma coisa destas merecia, pelo menos, uma justificação.

 

Enquanto me aproximava ouvi:

"Aquilo é horrível! Tudo cheio de gordura e a saber mal. E paga-se muito! São uns "careiros" e ainda servem comida que sabe mal."

 

Antes de continuar, deixem-me só referir que eu adoro o Alentejo (onde tenho casa de família) e considero que a riquíssima gastronomia alentejana é um verdadeiro tesouro nacional, como também o é a gastronomia de qualquer outra região portuguesa. Posto isto, e chegado ao local onde decorria a conversa, perguntei o que é que se estava a passar.

 

"Ela foi almoçar ao Alentejo e é claro que comeu mal...", disse a rir-se. "Do que é que ela estava à espera?"

"Como é que podes generalizar dessa forma?", perguntei.

"Ah, pelo menos é o que o meu marido diz. Que se come muito mal e levam imenso dinheiro. Ficamos sem nada na carteira e nada no estômago."

 

Depois de alguma troca de frases (não vale a pena perder muito tempo com pessoas assim) percebi o seguinte:

- a pessoa em questão almoçou apenas uma única vez no Alentejo;

- e contam-se pelos dedos de uma mão as vezes que o marido comeu num restaurante no Alentejo.

 

Perante isto, como é que se pode fazer uma afirmação destas, com tamanha leviandade e sem qualquer fundamento? Serei só eu a achar que isto é uma tristeza?

 

O que fazer (e não fazer) num restaurante Michelin

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 Foto ROSALPINA

Post de Fine Dining Lovers

Tradução livre da minha autoria

Original aqui

 

A primeira vez que se visita um restaurante Michelin é sempre inesquecível. Porém, e por vezes, pode não ser só a comida, vinho ou atmosfera a ser inesquecível, mas sim os momentos embaraçosos que passou, ou aquilo que não deveria ter feito naquele momento, demonstrando a sua pouca familiaridade com restaurantes deste género. 

 

Para ajudá-lo a evitar esses momentos mais constrangedores, temos 10 sugestões para aproveitar ao máximo a sua primeira ida a um restaurante Michelin e ter a certeza que parecerá um profissional a ter uma excelente experiência.

 

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O que fazer:

 

1. Informe-se primeiro

Lá porque um restaurante tem uma ou mais estrelas Michelin, isso não quer dizer que vai gostar dele. Leia primeiro na internet sobre o restaurante que quer visitar, ou então faça perguntas. Num restaurante poderá encontrar uma cozinha mais "familiar" e noutro a experiência poderá ser mais "cerebral" e com menos substância.


Evite ir para um restaurante sem estar preparado, senão pode apanhar uma surpresa. Em vez disso, escolha um restaurante cuja visão e filosofia você queira mesmo experimentar.

 

2. Faça uma reserva

Nem todos os restaurantes têm listas de espera de vários meses, mas em alguns terá de planear a sua visita com antecedência. E alguns restaurantes pedem um cartão de crédito durante a reserva, por isso pense duas vezes antes de cancelar no último minuto.

 

3. Informe o restaurante antecipadamente sobre alguma restrição alimentar ou intolerância

Vegetariano, vegan, intolerante à lactose, gluten free... Não se esqueça de avisar sempre das suas restrições no momento da reserva, senão o restaurante poderá não ser capaz de cumprir com as suas necessidades.

 

4. Extras

Tenha atenção aos extras. Nalguns restaurantes Michelin há extras pagos à parte. Um copo de espumante oferecido quando o cliente se senta, a seleção de pães, um amuse bopuche antes da entrada, uma pré-sobremesa antes da verdadeira sobremesa, ou os petit fours com o café. E tenha em atenção que se pedir por um algum aperitivo à sua escolha, terá de o pagar.

 

5. Menu de degustação para todos

Os menus de degustação são por norma servidos a todas as pessoas da mesma mesa, ou seja, se uma pessoa quiser o menu de degustação, isso só será possível se as outras pessoas da mesma mesa também quiserem esse menu. 

 

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O que não fazer:

 

1. A presença constante

O empregado vai andar à sua volta - atrás de si, à sua frente e ao seu lado. Ele vai perguntar se está tudo bem, encher o seu copo de água, acompanhá-lo à casa de banho e substituir o guardanapo antes do seu regresso. Também irá limpar as migalhas da toalha no fim da refeição. Se isto lhe parecer demasiada atenção, e achar que está mais confortável com um serviço menos atencioso, então é melhor escolher um ambiente mais informal.

 

2. Não tenha medo de fazer perguntas

Não evite fazer questões se tiver dúvidas. Não há razões para se sentir estúpido por fazer perguntas - pedir mais informações e mostrar interesse no menu. Se os pratos são vagamente explicados ou são usados termos evocativos ("essência", "vermelho profundo", "perfume de Primavera") sem uma menção aos ingredientes, tem mais do que direito de saber extatamente o que vai comer. O mesmo se aplica aos vinhos: nem todos nascemos sommeliers. 

 

3. Preço 

Não reserve sem ter uma ideia prévia dos preços. Os menus de degustação são sempre a melhor maneira de conhecer o trabalho do Chef e ter uma experiência mais completa no restaurante. Mas é também a forma de gastar mais dinheiro. Se não quiser gastar tanto, peça da ementa.

 

4. Não fique zangado se o Chef não estiver

Contrariamente ao que pode pensar, o Chef nem sempre está presente. Quanto maior a sua popularidade, maior a possibilidade de estar em eventos ou a tratar de outros projetos. A restante equipa é perfeitamente capaz de dar conta do recado. Mas se quiser conhecer mesmo o Chef, pergunte durante a reserva se ele vai estar no dia em que está a pensar ir.

 

5. Não termine dizendo "Ainda tenho fome"

A sério, evite dizer isso. Para além de que é impossível ficar com fome depois de um menu de degustação, isso mostrará que não passa de um amador com pouco conhecimento na experiência da alta cozinha.

A falta de veracidade e cuidado nas notícias

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Ainda a propósito do Guia Michelin Portugal 2017, faltou comentar aqui no blog as reportagens feitas pela televisão naquele dia. Em vários canais ouvi coisas que me deixaram de boca aberta e de pé atrás, como por exemplo:

- O L.A. Vineyards voltou a conseguir uma estrela - Presumo que seja um restaurante em Los Angeles...

- O LOCO conseguiu uma estrela ao fim de vários anos - Anos???????

- Avillez conquistou a sua segunda estrela - A sério? Esta é que eu não sabia... Com que restaurante?

- The Yeatman duplicou o seu número de estrelas - Duplicou? Sim, quer dizer, passou de uma para duas, mas duplicou?? Enfim... Quando o máximo são três, se calhar dizer que as estrelas duplicaram é um pouco excessivo...

 

Mas houve mais, com trocas de terras e trocas de nomes de Chefs. Tanto por parte dos jornalistas na cerimónia e nos restaurantes premiados, como por parte dos apresentadores dos telejornais.

 

E o que é que isto quer dizer? Que, claramente, esta gente não estava preparada. Mas ainda quer dizer outra coisa.

 

Se me apercebo destes erros num tema que domino, isso quer dizer que noutros temas que não domine também há uma série de erros e "absorvo" esses mesmos erros sem dar por nada?

 

Será verdade aquele estudo recente norte americano que diz que 80% das notícias divulgadas têm, pelo menos, um erro, havendo um grande número percentual de notícias falsas? É bem capaz...

Live post num Uber

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Estou neste momento num Uber e a rádio não está sintonizada na Smooth FM, mas sim na TSF... Será que devo reclamar?