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Só entre nós

Só entre nós é um blog só para nós. Para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, sobre o que gostamos, ou não, sobre viagens fabulosas, restaurantes, pessoas que admiramos, ou que nos deixam os cabelos no ar, livros lidos e muito mais.

Só entre nós

Só entre nós é um blog só para nós. Para escrevermos sobre aquilo em que pensamos, sobre o que gostamos, ou não, sobre viagens fabulosas, restaurantes, pessoas que admiramos, ou que nos deixam os cabelos no ar, livros lidos e muito mais.

Estrelas na Uber ao estilo Black Mirror

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Para quem não sabe, na Uber os clientes podem classificar os motoristas após a viagem com uma estrela de 1 a 5. E os motoristas podem fazer exatamente o mesmo, classificando os passageiros com uma estrela de 1 a 5.

 

Mas esta parte não que me choca, porque imagino que existam tantos clientes desagradáveis, mal comportados, e que chamam um Uber e não estão no local certo ou demoram imenso a aparecer, que fazem bem em classificar os passageiros e, desta forma, suspender ou bloquear contas se a nota for muito baixa. 

 

O que me faz confusão é se este sistema se alarga ao resto e passamos a viver numa realidade como a que é retratada no fantástico episódio da série Black Mirror - Nosedive (Em queda livre), onde, no fundo, todas as pessoas vivem preocupadas em agradar todos os que as rodeiam, de forma a obter boas notas e, com isso, poder usufruir de vantagens e não o contrário (más notas, fins de privilégios).

 

No início parece tudo muito bonito, mas depois...

 

Para quem não sabe do que estou a falar, um pequeno vídeo sobre este episódio da série. 

 

 

P.S. Já agora, tenho um rating de 4.94 na Uber (de 1 a 5) e já devo ter feito perto de 100 viagens com a Uber. Se fosse na série da Netflix, tinha de passar a levar uns cupcakes comigo para entregar aos motoristas da Uber. E era eu quem perguntava de queria uma garrafa de água. E pegava no meu iPhone e punha música a tocar, perguntando se era o estilo de música que gostava, claro. Ah, e levava uma ventoinha comigo em dias de calor e uma botija de água quente em dias frios. Assim lá deveria chegar ao 5. Um pouco de limpa vidros e uma escova, mais um aspirador portátil, seriam um trunfo. Que tal?

7ª Visita ao magnífico Esporão, de Pedro Pena Bastos

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Pedro Pena Bastos ainda nem tem 30 anos e já apresenta um trabalho bem mais maduro e bem conseguido que muitos Chefs mais experientes, com 3 estrelas Michelin ou com lugares cimeiros na lista dos 50 World Best Restaurants. Como é que consegue? Não sei, mas se é preciso ir várias vezes a um restaurante para aferir com exatidão a qualidade do trabalho de um Chef e sua equipa, então considero que estamos mais do que habilitados a fazê-lo.

 

 

 

A heroína dos atentados de Espanha!!!

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Notícia atualizada - Afinal parece que era um homem. Um herói, portanto.

Artigo corrigido às 21h23: ao contrário do que foi inicialmente avançado, as notícias em vários espanhóis que citam a Agência EFE deixam de identificar o agente como uma mulher. - fonte

 

Ainda não se sabe o nome, mas não deve ser segredo por muito tempo. Certo é que uma agente da polícia (sim, uma, no feminino) matou quatro terroristas que se dirigiam para ela cheios de armas. 

 

Uma mulher, sozinha, perante quatro terroristas armados, que tinham acabado de atropelar pessoas em Cambrils, e que caminhavam na sua direção com facas, machados, machetes, cutelos, sacholas e cintos de explosivos, matou os quatro com a sua arma. 

 

Quem o confirmou foi o chefe da polícia dos Mossos, Josep Lluis Trapero, que explicou que ela está a receber apoio psicológico: “Matar quatro pessoas, mesmo que sejas um profissional, não é fácil de digerir”.

 

Absolutamente incrível. Uma heroína e uma lição. Muitos homens ou mulheres seriam incapazes de enfrentar terroristas armados a caminhar na sua direção. E ainda por cima ter a capacidade de matar todos. 

 

Fonte

 

 

Poema ao Santo Drogon a pedir mais um leak... (Game of Thrones)

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Com eventuais spoilers do episódio 6 da 7ª temporada

 

Drogon, meu Santo,

Fofinho e querido,

Deves estar num pranto,

Mas sê meu amigo!

 

A HBO de Espanha, simpaticamente,

Decidiu o sexto episódio "leakar".

E agora o que eu queria realmente,

Era que tu me pudesses ajudar.

 

Eu sei que o Viserion,

Ups, spoiler, spoiler, spoiler...

Esquece Drogon, desculpa...

 

Já falei com a Daenerys,

E ela disse para me ajudares,

"Diz Dracarys, Dracarys",

E tu todos irias ameaçar.

 

Por isso, força nisso,

Quer dizer, fogo nisso,

E põe as asinhas a voar.

Obriga alguém a fazer leak do episódio 7,

Para que não tenha mais de esperar!

 

Amém

Quer dizer, Valar morghulis, ou qualquer coisa do género.

Está na hora de acabar com estes massacres

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De que é que adianta enviar votos de pesar?
Telefonar para os soberanos dos outros países a mostrar solidariedade?
Disponibilizar ajuda?
Fazer marchas pela paz?
Decretar dias de luto nacional?
Debater durante horas/dias em todos os canais de televisão o que aconteceu?

 

De que é que adianta fazerem isto tudo, quando depois em 13 meses há 8 atentados? Quase um por mês. Mais de cem mortos. Centenas de feridos. O que é que precisa de acontecer para começarmos efetivamente a combater isto?

 

Eu sei que a maioria dos atentados é evitada graças aos esforços das nossas polícias e às ajudas de outras forças internacionais. Sei bem que os responsáveis não estão parados a assistir a estes massacres. Mas não poderia ser feita mais qualquer coisa?

 

Mais câmaras de vigilância. Em todas as ruas, todas as esquinas, com equipas a controlar as imagens 24/7 em direto. Permitia ver comportamentos suspeitos e, mesmo que não evitasse um atentado, permitiria seguir alguém ou alguma viatura. E serviria também para outros crimes que não atos terroristas. Tem custos elevados, evidentemente, e nada é 100% eficaz, mas serviria como um elemento atenuante e evitaria muita porcaria, de certeza.

 

Maior controlo das comunicações. Eu não tenho nada a esconder. Por isso não me importava que controlassem chamadas, mensagens, e-mails, tráfego na internet, etc. É uma invasão da privacidade? Sim. Um abuso? Sim. Mas se isso ajudasse a evitar atentados, então força.

 

Controlo da Dark web. Nenhuma muralha é 100% impenetrável. E de certeza que há muitas pessoas disponíveis, a troco de um salário, claro, para conseguir entrar nos meandros da Dark web. Como já acontece, eu sei, mas não é suficiente. Parece que nunca dá para estarmos à frente de quem quer mal, mas deve dar para estar mais à frente do que estamos agora, de certeza.

 

Controlo nas fronteiras terrestres. Esta ideia de fronteiras abertas e tudo como uma espécie de espaço único é muito bonita, mas num mundo cor de rosa. E o nosso mundo está bem mais preto do que rosa. Está na hora de controlar os acessos terrestres. Fechar fronteiras. Controlar efetivamente quem entra e sai.

 

E não só. Controlar quem não é nacional, entra e cá fica. Basta andar por Lisboa (e tantas outras cidades) para encontrar pessoas que de certeza absoluta não têm visto válido. Estão cá ilegais. São esses a causa do terrorismo? Provavelmente não. E os autores de atentados não podem ser locais? Claro que sim.

 

E tudo isto que eu escrevi não representa uma diminuição dos nossos direitos? Daqueles direitos que não tínhamos e que tantos sofreram para reconquistar? Não vai contra a nossa Constituição e ideias europeus? E não poderão estas ideias dar azo a outras mais restritivas? Sim. Claro que sim.

 

Mas todos concordamos que o nosso mundo não é o mesmo de há 20 anos. Nem de há 2 anos. E se nada for feito, vão continuar a aparecer animais capazes das maiores atrocidades. Nos nossos países. Nas nossas cidades. Nas nossas casas. A atacar os nossos nacionais. Os nossos conhecidos. As nossas famílias. Os nossos filhos.

 

Está na hora de acabar com estes massacres.

Quadro da semana #11 (Giuseppe Arcimboldo)

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Autor - Giuseppe Arcimboldo

Título - Verão

Ano - 1563

Coleção - Kunsthistorisches Museum Wien

 

Taxistas e condutores da Uber (e outros do mesmo género)...

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Taxistas e condutores da Uber (e outros do mesmo género), por favor não fumem dentro dos carros! Pode ser? E fumar com a janela aberta não conta, está bem? A porcaria do cheiro e fumo acaba por entrar no carro.

 

E não venham com a conversa de que têm de trabalhar X horas seguidas e precisam de fumar... Aproveitem essas X horas de trabalho seguido e deixem de fumar de uma vez por todas! Acreditem que só vos vai fazer bem! 

 

Obrigado.

P.S. Andei num Uber que tresandava a cigarro. É claro que a nota não foi grande coisa. 

Esporão - Melhor experiência 2016

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Nalguns casos, ir a um restaurante não é só sentar numa mesa e esperar que a comida chegue. No caso do Azurmendi (*** Michelin), por exemplo, antes da refeição há um passeio pelo exterior do restaurante, e é ainda aí que começa a refeição. No DiverXO (*** Michelin), submergimos no mundo louco de Dabiz Muñoz, que se faz representar pelo espaço, empregados, e teatralidade existente.

 

No caso do Esporão, restaurante da Herdade do Esporão e sob a batuta de Pedro Pena Bastos, há todos os anos uma altura em que os clientes são convidados a participar numa experiência muitíssimo interessante, seguida de almoço especial no restaurante. E foi essa experiência, em 2016, que é agora eleita por nós como a melhor experiência gastronómica de 2016 - As vindimas no Esporão.

 

Tudo começou com um café de boas vindas no alpendre do restaurante, com vista para as vinhas, ao qual se seguiu uma curta viagem de carrinha até às vinhas, onde tivemos a oportunidade de "ajudar" os muitos funcionários que lá trabalham. Todos de uma simpatia extrema.

 

Após a vindima, e com algumas uvas provadas, foi tempo de visitar as caves e adegas, provando alguns dos vinhos da Herdade.

 

Seguiu-se, por fim, um almoço delicioso ao qual já nos habituámos, onde não faltaram os vinhos do Esporão, como não podia deixar de ser.

 

Este ano a experiência repete-se. Se quiserem saber mais, é só consultar o site da Herdade e ver tudo sobre o programa.

Ágata (e seu soutien) a Vice Presidente!!!

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Não quero ofender ninguém, mas tenho de perguntar: Isto é mesmo a sério???


Em primeiro lugar, a foto escolhida para o comunicado... Ar sério, até algo presidencial. Um ar preocupado com os habitantes. Com os seus problemas. E depois... Um soutien rendado à mostra. A Ágata até pode querer passar a imagem de política, mas acaba por sair um pouco (muito) ao lado. 

 

E depois o texto. Primeiro o slogan super banal - Todos Por Castanheira. Faz logo gritar, O povo, unido, jamais será vencido!! Poderia ser bem mais original, pegando nalgum refrão de uma das suas músicas.

"Maldita Castanheira que me enlouqueces, às vezes pareces que fazes bruxedo."

 

Depois do slogan, a preocupação com o feminino e masculino. Afinal temos política!! O soutien está só a disfarçar. Grande Ágata, que nunca se esquece dos "as" e dos "os" na vida!!

 

Depois vem a desgraça. Mas pode ser do teclado (há sempre quem dê essa desculpa). "Á" "Ás"...

Ai, Ágata, Ágata... Tens um problema com os acentos, não é? Parece que fogem para o lado errado? Já dizia a outra:

"Sai, sai da minha vida! Vai, não te quero ver!"

Malditos acentos (e hífen)...

 

Esquecendo os sacanas dos acentos e erros ortográficos, chegam duas grandes revelações:

A Ágata afirma ser um ser humano. Graças a Deus, senão não podia concorrer.

E a Ágata diz não perceber nada de política.

 

Não te preocupes, querida Ágata. Não és a única. Há muitos que não percebem um #$%"!= de política. E não é por causa disso que deixam de se candidatar.

 

Ágata diz ainda que quer dar alegrias. Esperam-se concertos em breve, de certeza. Ou mais fotos com este ar profissional e soutien à mostra.

 

Para terminar, a maior pérola. "Disse" Sem ponto e sem mais nada. Apenas, "Disse".

 

Mas disse o quê?? Disse? Tal como, "tenho dito"? Encerrar de comunicado brilhante. Melhor, só mesmo a revelação da capa do novo álbum de Ágata.

 

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Título - Irmãs separadas à nascença.

 

Só resta saber se o nome para votar será Ágata ou Maria Fernanda. É que sem foto, com ou sem soutien, ninguém sabe quem é a Maria.

 

Disse

Fiz um louvor a uma funcionária das Finanças

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Há uns dias fiz um um louvor a uma funcionária de um Serviço das Finanças de Lisboa e a funcionária ficou extremamente emocionada e agradecida. Segundo ela, em mais de 15 anos de serviço nunca tinha recebido um louvor por parte de um cliente. E porquê? Porque as Finanças são um bicho papão, os seus funcionários também, nunca nada corre bem e nunca ninguém sai satisfeito (segundo ela).

 

Mas a verdade é que já fui atendido por ela quatro vezes e foi sempre tão atenciosa, tão prestável e tão profissional, que era indecente não lhe fazer um louvor. E atenção, nem sempre saí de lá satisfeito com o resultado, porque não foi aceite o que pedi. Mas em termos de trabalho, a senhora foi impecável.

 

Houve logo quem me dissesse que isso não lhe vai trazer qualquer consequência positiva, mas para mim o mais importante é mostrar ao funcionário que estamos agradecidos pelo seu trabalho e, mais importante ainda, informar as entidades superiores disso mesmo.

 

E sabem que mais? Poucos dias depois tinha uma carta na minha caixa do correio da Autoridade Tributária a dizer que tinham recebido o meu louvor, que era muito importante que os contribuintes o fizessem, e que vão ter em consideração o exposto na avaliação da funcionária.

 

Conclusão? Se estão satisfeitos com o trabalho de alguém, deixem um elogio/louvor. Mesmo que não sirva para nada, serve pelo menos para o funcionário se sentir motivado para continuar a fazer um bom trabalho. Eu num mês fiz 4 elogios porque tive a sorte de encontrar bons funcionários. Se tiver a mesma sorte, não deixe de elogiar. Todos nós gostamos que digam que trabalhamos bem.